quarta-feira, 5 de novembro de 2014

PODEROSAS DICAS PARA OTIMIZAR O SEU MARKETING PESSOAL





Nunca transmitimos para as outras pessoas o reflexo que vemos em nosso espelho pessoal, pois nossos semelhantes não nos visualizam sob a mesma ótica nossa. Em outros termos, o fato de você se achar engraçado, por exemplo, não necessariamente o torna assim diante dos outros, tendo em conta que cada pessoa possui sua forma de interpretar o mundo. Logo, sábio é aquele que observa as peças se movendo a sua volta e cria estratégias inteligentes para se destacar e se fortalecer socialmente, não dando margem ao erro e as atitudes negativas. 

De fato, não podemos deixar de considerar a dificuldade imensa que é a de conviver com os nossos semelhantes, porquanto essa variável faz com que sejamos por inúmeras vezes: injustiçados, caluniados e desrespeitados. Assim, os relacionamentos são um grande desafio para as nossas vidas e uma singular oportunidade de crescimento, pois iremos desenvolver atributos como: a paciência, a resiliência e, principalmente, o perdão. 

Esse fator é tão importante que todos os homens bem sucedidos que conheço são, indubitavelmente, príncipes da competência interpessoal, de sorte que muitos deles são analfabetos funcionais, contudo são pessoas carismáticas, bem humoradas e totalmente descontraídas. Deste modo, eles herdam um sucesso natural por conta de ostentarem esse tipo de comportamento. Sob uma outra perspectiva o que quero dizer é o seguinte: quem se relaciona harmonicamente com os outros possui muito mais vantagens na vida do que quem goza de títulos ou até mesmo de um intelecto privilegiado. 

Muitos amigos externam para mim os seus esforços (em vão) em tentar dominar essa questão, porém o que busco fazê-los compreender é que é impossível obter resultados rápidos em um curto espaço de tempo. Daí a importância da organização, da disciplina e também do otimismo. 

Dando continuidade ao raciocínio explanado nos parágrafos acima e conhecendo o desejo de muitas pessoas em adquirir tal competência, elaborei 9 dicas para otimizarmos nosso marketing pessoal. Confira:

1 – Tenha entusiasmo: existe uma enorme diferença entre um profissional comum e um acima da média. O primeiro apenas cumpre as tarefas delegadas, sem nenhum tipo de surpresa. Já o segundo vai muito além da excelência, entregando muito mais do que suas obrigações e transformando o seu trabalho em uma esfera de qualidade total. Em outras palavras, ele é visto na organização como alguém que produz mais do que o necessário, porquanto é diferenciado e procura se dedicar ao máximo em prol de resultados mais expressivos. 

2 – Tenha um olhar receptivo: os olhos falam muito sobre nós, pois eles transmitem nosso estado de espírito. Desta forma, tenha sempre consigo os olhos da esperança, fazendo com que as pessoas se sintam leves ao seu lado. Vale mencionar que as pessoas que amam e praticam a verdade sempre olham diretamente nos olhos das outras, não dando margem a desconfiança e a possíveis dúvidas que possam vir a existir. 

3 – Dê atenção às pessoas: valorizar o que as pessoas tem a dizer é uma das melhores maneiras de se adquirir credibilidade, de modo que a outra parte se sinta prestigiada e por ilação, possa se sentir importante do seu lado. Sem dúvidas, um homem que adquiriu a capacidade de ouvir o próximo é alguém que possui empatia e total desejo de ajudar, fazendo da servidão um dos principais pilares de sua personalidade. 

4 – Seja bem humorado: o bom humor é o maior de todos os atributos e tem o poder de transformar tabuleiros negativos em ambientes saudáveis e regozijantes. Olhe ao seu redor e note que as pessoas mais homenageadas e queridas são exatamente aquelas que valorizam a alegria e o pensamento positivo. Destarte, que possamos ser semeadores de sorrisos, criando laços de felicidade para todos aqueles que estão ao nosso redor. 

5 – Procure ter uma postura firme: algumas pessoas parecem ser "vassouras envergadas", caminhando por aí como se fossem seres desalmados e entristecidos com a vida, ou seja, elas passam uma imagem de preguiça, desânimo e total descontentamento com sua existência. Portanto, que possamos ser a antítese dessas criaturas, fazendo da empolgação e da imponência os dois princípios absolutos a serem mostrados em nossa postura diante de nossos semelhantes. 

6 – Seja congruente com sua imagem: a sua imagem realmente reflete quem você é, ou você é um propagador de fatos que não correspondem à realidade? Digo isso porque vejo inúmeras pessoas passando falsas veras em busca de obterem vantagens e isso é um ato inescrupuloso e inaceitavelmente medíocre. Sendo assim, seja natural, verdadeiro e deixe que as pessoas gostem de você do jeito que você é, evitando cenários hipócritas e ilusórios. 

7 – Seja um visionário: em uma determinada ocasião pude contemplar a eficiência de um companheiro de trabalho que sabia como ninguém como encantar pessoas. Foi mais ou menos assim: uma das líderes da organização solicitou que fizéssemos um relatório de algumas de nossas atividades, pois ela precisava dessas informações para fazer uma apresentação oral para a diretoria da empresa. Destarte, ela exteriorizou para nós quais idéias permeavam sua mente e se poderíamos complementá-las. 

Durante o curso do diálogo ela nos contou um fato interessante: ela tinha dificuldades de trabalhar com o Power Point, tendo em vista que não tinha domínio pleno da ferramenta e isso estava lhe deixando insegura, mesmo tendo uma bagagem sólida do conteúdo a ser apresentado. 

Desta maneira, meu companheiro de trabalho havia apenas sido solicitado para executar o relatório (juntamente comigo) e para auxiliá-la em suas idéias, todavia ele decidiu ir além de suas responsabilidades, propondo que ambos montassem os slides conjuntamente e também que os apresentassem a diretoria da empresa. 

Assim, ele diminuiu o peso da responsabilidade que estava nas costas da recém contratada ao mesmo tempo em que deu uma aula de pró-atividade e trabalho em equipe, tornando um ambiente frágil em uma sinergia absoluta e uma conseqüente eficiência organizacional. 

Obviamente, a apresentação foi um sucesso e todos ficaram empolgados e estarrecidos com a motivação que nosso bravo garoto havia demonstrado naquela ocasião, o que elevou o patamar do mesmo e ocasionou em uma promoção para ele no cargo de supervisor á exatos seis meses depois. 

8 – Tenha uma insígnia profissional: sua vestimenta, sua aparência física, sua postura diante das pessoas, sua maneira de se comunicar (principalmente, o vocabulário usado), seu cartão de visita, sua acessibilidade e disponibilidade para atender os outros, seu nível cultural, sua presença em eventos importantes, sua participação em atividades da comunidade, são todas atmosferas que precisam ser usadas de maneira estratégica. Deste modo, você deve sempre manter uma imagem sólida, fazendo com que as pessoas vejam o seu engajamento diante dos acontecimentos existentes. 

Vale lembrar que tudo é questão de bom senso, ou seja, você não será formal o tempo todo e tampouco se tornará um ser que existe apenas para o trabalho em si, pelo contrário, é fundamental ser descontraído e irreverente em algumas situações, fazendo as pessoas enxergarem o seu lado "irresponsável" também. 

Portanto, o segredo é usar o equilíbrio, mantendo os processos em um estado de equacionamento. 

9 – Se reinvente constantemente: as pessoas adoram novidades e não raramente sentem-se empolgadas com idéias criativas e surpreendentes. Então, se alguém é repetitivo e monótono, a reação tende a ser contrária. Isto posto, seja uma pessoa transformadora e não tenha medo da mudança, pois assim procedendo, você será sempre passível de elogios e receptividade por parte dos outros. 

Se comportar de forma inteligente diante das pessoas nessa era em que vivemos é um dos segredos para otimizarmos nossas competências e consequentemente lograrmos êxito perante o mercado. Sem dúvidas, astutos são todos aqueles que se preocupam em estabelecer relacionamentos saudáveis com seus pares, fazendo deste mundo uma aura de união e total similaridade entre todos os seres aqui presentes. 



terça-feira, 4 de novembro de 2014

IMPORTANTES DICAS DE COMUNICAÇÃO QUE LÍDERES UTILIZAM




Líderes consumados dão especial atenção à comunicação porque é o canal através do qual todo o  relacionamento se concretiza. Comunicação é a atividade mais comum a qualquer pessoa. Estudos e pesquisas realizadas em organizações mostram que setenta e cinco por cento do tempo de um gestor é gasto comunicando-se com outros, seja para conversar, telefonar, ler, escrever relatórios, mandar e-mails ou administrar conflitos. Por comunicação interpessoal, refiro-me à capacidade do indivíduo de saber comunicar-se, de dialogar e de entender aos outros, bem como a de fazer-se compreender. Líderes autênticos são mestres consumados neste quesito. Sabem o que interessa às pessoas, do que elas necessitam e de como motivá-las.

Veja os 11 pontos essenciais da comunicação que eles utilizam:

1.  É impossível você não se comunicar

É bom levar em conta que tudo o que você faz e tudo o que você diz, comunica aos outros o seu modo de ser. E, mais importante ainda, tudo o que você não diz e tudo o que você não faz, comunica igualmente às pessoas que estão ao seu redor. Na condição de líder isto é vital, porque todos estão de olho em você, durante todo o tempo, mesmo que você não se dê conta disso. Os liderados, e demais pessoas à sua volta, analisam constantemente seus comentários e suas ações: como você fala, como você sorri (ou não sorri), se você presta atenção aos outros (ou não) quando conversa, se você é assertivo (ou não), se você fala ou se omite, impaciente (ou não), agressivo (ou não) e assim por diante. Portanto, é impossível você não se comunicar mesmo que esteja dentro de uma concha, porque até mesmo ao não se comunicar, você está dizendo a todos que prefere ficar isolado em vez de manter contato.

2. Comunicação começa por você

A comunicação se inicia por você, mas é processada e entendida na mente da outra pessoa. A pergunta é: o que e como a outra pessoa entendeu o que você disse? Logo, o que importa não é o que você diz, mas o que a outra pessoa entende do que foi dito. É fundamental saber comunicar-se de forma clara, objetiva e concisa. Antes de comunicar algo clarifique suas próprias ideias e a maneira de transmiti-las. Os pontos básicos  de uma boa comunicação são: objetividade (vá direto ao ponto), clareza (vá por etapas, dê as explicações necessárias, não  misture um assunto com outro), concisão (não diga em cinquenta  palavras o que pode dizer em dez, nem diga em cinco palavras o que deve dizer em vinte).

3. Ouça com atenção

Muitas vezes as pessoas acham que estão ouvindo, quando na verdade elas estão pensando no que vão dizer assim que o interlocutor parar de falar. Embora às vezes possa ser difícil, faça um real esforço para ouvir o que a outra pessoa está dizendo, porque nossa tendência é a de nos ocuparmos com algo e não de apenas ouvir. Essa impaciência é porque, muitas vezes, achamos que temos a solução e queremos colocá-la em prática o quanto antes. A verdadeira comunicação é uma via de mão dupla. Deixe de lado o que você estava fazendo e olhe nos olhos da outra pessoa, mostre que você está interessado no que ela diz, meneie a cabeça em sinal de concordância. Deixe que o interlocutor perceba que você se importa com o que ele está dizendo.

4.Dê fluência ao dialogo

Não interrompa quando o outro estiver falando. Evite atitudes agressivas ou defensivas, pois isto só irá dificultar o desenrolar da conversação e do entendimento. Ouça as sugestões, opiniões e ideias com naturalidade e aceitação. Sobretudo não se irrite nem demonstre aborrecimento se os outros expressarem pontos de vista diferentes dos seus, nem concordarem com você. Se for contra-argumentar faça-o com tranquilidade, sem afetação. Ficará surpreso de quantas ideias e soluções novas surgem, simplesmente ouvindo.

5. Faça perguntas criativas

Líderes que ajudam  os outros a crescer e inovar continuamente geram  perguntas criativas que fazem a diferença. Perguntar é uma forma ativa e criativa de fazer sondagens que auxiliam outros a crescerem. Ouvir é uma forma receptiva que também auxilia no desenvolvimento das pessoas. Essas duas formas complementares de abordagem fazem parte do ciclo de crescimento da comunicação. Líderes inovadores e que buscam soluções para os problemas concentram-se em fazer as perguntas certeiras, adequadas, muitas vezes gerando questões provocativas que obrigam as pessoas a se aprofundarem nos temas em  discussão. Ao desenvolver outros líderes através de perguntas, eles estão, não apenas, ajudando-os a crescer, mas a terem experiências singulares e diferentes. Desafie os outros e a si mesmo, procurando soluções por ângulos diferentes. Cave e aprofunde mais as experiências, perspectivas e motivações. Desafie, de vez em quando, o status quo, e leve a conversação para um outro patamar, diferente do atual. Qual seria o impacto para sua equipe e para a organização se você fizesse perguntas cujas respostas alavancariam o crescimento da empresa? O que isso poderia também significar em termos de desenvolvimento das pessoas e equipes?


6. Tenha coerência entre mensagem verbal e não verbal

Líderes sabem da importância em manter coerência entre palavras e atos. O professor Albert Mehrabian da Universidade da Califórnia pesquisou acuradamente o processo de comunicação. Os estudos revelaram que apenas 7% do significado de uma mensagem são feitos verbalmente, enquanto que 38% são transmitidos pelo tom de voz e 55% através da linguagem corporal. Isto é, comunicamos 93% da nossa mensagem de modo não verbal através do tom de voz, gestos, postura, jeito de nos conduzirmos e falarmos etc. Quando nossa linguagem verbal contradiz nossa linguagem não verbal o resultado será uma distorção de comunicação e o interlocutor acreditará, não no que você disse, mas no que ele viu e sentiu. Desse momento em diante ele passará a prestar atenção na nossa postura e ignorará as palavras.

7. Líderes são ótimos comunicadores

A capacidade de comunicação é uma das habilidades mais importantes de que o líder necessita para ser bem-sucedido em sua missão. Se você pretende liderar uma equipe, um departamento, uma organização, ou o que mais for, terá que tornar-se um “expert” em     comunicação e sentir-se tranquilo ao dialogar com as pessoas. Mantenha contato visual, respeite as opiniões das pessoas, preste atenção em sua própria comunicação não verbal (se é tranquila, defensiva, agressiva, apática, como é seu tom de voz). Examine os grandes líderes e verá que todos eles são excelentes comunicadores.  Mesmo quando discorrem sobre suas próprias ideias eles o fazem de uma maneira que fala diretamente às emoções e aspirações das pessoas, deitam raízes no âmago delas. Eles sabem que a verdadeira mensagem não é a do mensageiro (isto é, a do líder), mas ir ao encontro às necessidades e expectativas dos membros da equipe e fazer vir à tona o melhor de cada um visando arquitetar e construir objetivos que realmente respondam às necessidades da empresa e dos colaboradores. 

8. Grandes líderes entregam mais do que recebem

Os melhores líderes não são hábeis apenas em motivar e em comunicar-se, mas são também adeptos em repassar ideias, alinhar expectativas, inspirar ações e difundir a visão que trazem   consigo. Quando você se concentra mais em contribuir do que em receber terá realizado sua missão e, curiosamente, ao focalizar seus esforços em desenvolver pessoas e organizações, você aprenderá e crescerá muito mais do que se tivesse simplesmente preocupado em atingir sua própria agenda.

9. Aprenda a ler nas entrelinhas

Focalize sua atenção num grande líder, e você verá uma pessoa dotada de grande capacidade de ler nas entrelinhas. Ele tem a incrível habilidade de entender e perceber o que não foi dito, observado ou ouvido. Na era da comunicação instantânea, como a que estamos vivendo, as pessoas estão muito mais interessadas em comunicar seus pensamentos e opiniões e falham em não perceber o quanto perdem por não aprender com as ideias das outras pessoas. Mantenha seus olhos e ouvidos bem abertos, e tenha sob controle seus lábios, e ficará surpreso de como sua capacidade perceptiva da organização e das pessoas aumentará muito acima do normal.

10. Tenha um plano de contingência em comunicação

Ao comunicar-se tenha um plano de contingência. Lembre-se que para que haja uma interação bem sucedida seu objetivo deve estar alinhado com as pessoas com as quais você está interagindo. Caso sua mensagem, claridade ou empatia não estejam produzindo os efeitos desejados você tem que mudar o rumo da conversação. Enriqueça o diálogo com histórias, analogias, humor, coloque em pauta desafios para o grupo, faça perguntas que provoquem a participação de todos. Por outro lado não presuma que alguém esteja preparado para conversar com você, só porque você está preparado para conversar com essa pessoa. O ponto chave aqui é que, ao transmitir uma mensagem, assegure-se de que ela é verdadeira, correta, específica, consistente, clara e fundamentada em sólidos argumentos. E - o mais importante -, tenha em mente de que a comunicação não diz respeito a você, a suas opiniões ou sua posição. Ela diz respeito ao entendimento e comprometimento de todos em busca da satisfação das necessidades e dos interesses da empresa e do quadro de colaboradores.

11. Previna o surgimento de boatos e rumores

Boatos e rumores surgem apenas quando há pouca ou nenhuma informação sobre um assunto polêmico ou problemático, e só acabam causando mágoas, despontamentos, raiva e insegurança. É um estado de coisas que tende a aumentar na proporção exata em que aumenta a falta de informação, e também, da omissão das lideranças que comandam a empresa. Você poderá saber o nível de transparência com que sua empresa (ou setor) trata dos assuntos problemáticos, pelo número de boatos e mexericos que acontecem na organização.  Quando os colaboradores sabem o que está acontecendo na empresa, eles não ficarão adivinhando. Faça reuniões semanais com a equipe, utilize regularmente a intranet, mantenha a comunicação aberta. É fundamental que a comunicação seja a mais clara possível. Quanto mais os colaboradores forem informados a respeito de questões que lhes afetam, menor será a tensão e o estresse que porventura possa ocorrer por conta de notícias mal veiculadas ou mesmo inexistentes. 

Texto extraído e condensado do livro “O Poder da Liderança”, de Ernesto Artur Berg, Juruá
Editora. Para maiores detalhes sobre o livro acesse www.quebrandobarreiras.com.br 


segunda-feira, 3 de novembro de 2014

DEZ ATITUDES PARA CONQUISTAR A INFELICIDADE NO TRABALHO



Segundo Albert Ellis, psicólogo norte-americano e autor do best seller Como conquistar a sua própria felicidade, o ser humano é incurável. Em síntese, somos passíveis de erros e sujeitos a pensamentos e atitudes derrotistas, motivo pelo qual manter-se otimista é um desafio permanente.

De fato, entra ano e sai ano, algumas pessoas simplesmente não querem evoluir. Elas continuam adotando o mesmo comportamento retrógrado do século passado, apesar de tantos cursos, treinamentos e toda literatura disponível para quem deseja crescer no campo pessoal e profissional.

Nesse sentido, embora as empresas contribuam muito para elevar ou destruir o moral dos empregados, penso que a felicidade ou infelicidade depende muito dos modelos mentais de cada ser humano em particular – padrão de pensamento, discurso, atitudes.

Por essas e outras razões, fica bem mais fácil distinguir os otimistas dos pessimistas, os perdedores dos vencedores, os que fazem acontecer dos que esperam acontecer. O seu discurso, decorrente do seu modelo mental estabelecido há anos, faz toda diferença no mercado de trabalho e na sua vida pessoal.

Em vez de pensar sobre o que fazer, sugiro que você reflita sobre o que não fazer para se tornar mais feliz no ambiente de trabalho. Mudar passa por uma questão de escolha, não porque a empresa quer que você faça e sim pelo fato de que não existe outra maneira de se tornar mais produtivo e feliz.

Como observador permanente do comportamento das pessoas no mundo corporativo, aqui estão as dez atitudes (negativas) – comportamentos, padrões, escolhas – dos profissionais que desejam conquistar a infelicidade no trabalho:

1.  Preocupar-se o tempo todo com o salário dos outros;

2.  Manter o discurso negativo e a postura do contra;

3.  Fazer corpo mole e acreditar que um dia a coisa muda;

4.  Formar panelinhas e forças de coalizão;

5.  Trabalhar feito alienado como se não existisse vida fora do trabalho;

6.  Conspirar contra o chefe e os companheiros de trabalho;

7.  Ter medo de trabalhar com pessoas melhores do que você;

8.  Buscar reconhecimento sem fazer nada para mudar a situação atual;

9.  Sofrer com o que outros pensam ou deixam de pensar a seu respeito;

10.Começar a segunda pensando na sexta. Será que você está no lugar errado?

Quer fazer um bom exercício? Avalie uma por uma e tente pensar o contrário. Veja como é difícil mudar o seu próprio modelo mental estabelecido. É a sua mente reptiliana em ação.

Na prática, significa dizer o seguinte: se você, como dono, empreendedor, diretor ou gerente pensa dessa maneira, o que dizer para os seus empregados ou para aqueles colaboradores que já não colaboram tanto?

Vai demitir um por um? Bobagem. Você pode substituir todos, mas o ambiente ao seu redor permanecerá nocivo enquanto você, que tem o poder na mente ou mesmo no cargo, não mudar a si mesmo.

Quando o discurso é negativo, pessimista, contrário a tudo o que a empresa precisa, a energia dissipada para mudar o ambiente é maior. Você se desgasta sem necessidade, conspira facilmente, perde o foco nas coisas que precisam ser levadas em consideração e, na maioria das vezes, sai da linha.

Quer conquistar a felicidade no trabalho? Basta fazer o contrário, porém, isso ainda vai demorar o tempo necessário que você precisa para mudar o seu discurso, as suas ações, as suas atitudes. Quanto mais tempo levar, mais irritação, injúria, fofoca e sofrimento.

É fácil ser feliz no trabalho? Claro que não! Sem hipocrisia! Porém, você pode sofrer bem menos quando dá o melhor de si e adota um discurso mais positivo, coerente com a sua maneira de ver o futuro. Entretanto, se você acredita que não tem futuro na empresa ou que a empresa não tem futuro, por que é que você continua nela?

Pense nisso e seja um empreendedor de si mesmo.



domingo, 2 de novembro de 2014

AS MELHORES RESPOSTAS ÁS 50 PERGUNTAS MAIS FREQUENTES EM ENTREVISTAS DE EMPREGO




É provável que, quando você leu a notícia das perguntas mais frequentes em entrevistas de emprego, em ao menos uma, você não tenha se sentido seguro para oferecer uma boa resposta. Não há problema, as questões são complicadas e um tanto capiciosas. Confira as respostas mais apropriadas ao que é mais perguntado em entrevistas de emprego e garanta a sua contratação:

1. Você se considera a melhor pessoa para esse trabalho? Por quê?

A melhor maneira de responder é oferecendo exemplos concretos das suas conquistas e habilidades. Compare as exigências da vaga com o seu perfil para que o recrutador veja que você é o mais indicado para a vaga.
 
2. Você é bom demais para esse trabalho?

Você pode responder mais ou menos assim: "bom demais? Alguns diriam que eu não sou bom demais, mas tenho todas as habilidades necessárias para este trabalho. E, mesmo que eu fosse bom demais, tem algum problema de contratar quem trabalhar melhor do que o esperado?"
 
3. Descreva uma experiência difícil no seu trabalho e como você lidou com ela.

Dê exemplos concretos do que já aconteceu no seu trabalho, depois discuta como você resolveu o problema. Seja positivo, o problema tem que acabar bem.
 
4. Descreva-se.

O recrutador não quer uma resposta de 10 minutos. Ofereça frases que te destaquem entre os outros candidatos e que abram espaço para outras discussões.
 
5. Descreva o melhor e o pior chefe.

Diga que você aprendeu algo, não importa com qual chefe você teve. Você pode, inclusive, afirmar que, com os bons chefes, você aprendeu o que fazer e, com os ruins, o que não fazer.
 
6. Fale sobre seus objetivos profissionais.

Com essa pergunta, o recrutador quer saber sobre as duas decisões. Quer saber se você não entrou no seu campo por acaso e está ali também por acaso. Alguém que saiba tomar bem decisões será um ótimo chefe.
 
7. Fale sobre seu estilo de trabalho.

Não adianta só falar que você é rápido. Os recrutadores não procuram isso. É melhor dizer que você é eficiente, organizado, focado e, devido a isso, você termina as suas atividades mais rapidamente.




8. Você prefere trabalhar sozinho ou em equipe?

Responda que está apto e se sente bem de realizar os dois tipos. Ofereça situações que sustentem sua afirmação.
 
9. Você leva trabalho para casa?

"Quando necessário, sem problema. Eu entendo a importância trabalhos que precisam ser realizados até tal dia impreterivelmente."
 
10. Dê alguns exemplos de trabalho em grupo.

O recrutador quer saber como você trabalharia com a equipe do lugar no qual você está prestes a integrar. Dê exemplos válidos de trabalho em grupo, nem que tenha que ser da faculdade.
 
11. Você já teve dificuldade para trabalhar com algum gestor?

Esta pergunta é complicada e deve ser respondida com atenção. Nunca diga que vocês não se davam por motivos banais e, sim, porque vocês tinham opiniões e expectativas diferentes. Um bom modo de resolver isso é sentar e conversar. Mas não exagere na crítica ao seu antigo chefe.
 
12. Você já ficou bravo no trabalho? O que houve?

"Bravo para mim é perda de controle, algo que nunca acontece comigo. Quando estou estressado, paro, respiro fundo e começo a pensar em como vou resolver o problema."
 
13. Como você lida com a pressão?

Uma boa forma de responder é: "eu lido com situações, não com pressão ou estresse. Desta forma, eu batalho e resolvo o problema, não o estresse."
 
14. Como você mede sucesso?

"Eu avalio sucesso de várias formas. No trabalho, é cumprir as metas que me foram passadas e quando a empresa inteira cumpre seu objetivo. Também acho que uma boa empresa é aquela que, não somente gratifica o sucesso, mas que oferece oportunidades de crescimento pessoal e profissional."
 
15. Por quanto tempo você espera trabalhar aqui?

Responda que até quando você tiver a oportunidade de continuar ou até quando seus serviços forem necessários.
 
16. Quais são suas aspirações de salário?

Primeiramente, pesquise qual é a média de salário para a sua profissão, para o que você fará na empresa e balanceando o seu valor. Uma vez feito isso, você tem várias opções. Citar o salário base da sua ocupação e espera uma proposta, daí você pode dizer que vai pensar ou, simplesmente, não. A resposta negativa pode oferecer um salário mais alto, porém é mais arriscada. Aja de acordo com as suas necessidades.
 
17. Descreva o seu ritmo de trabalho.

Novamente, não adianta dizer que você é rápido. Responda que você trabalha num ritmo equilibrado e mediano, mas que sempre termina os afazeres antes do que foi combinado.
  



18. Como você se descreveria?

Neste caso, as variáveis são você mesmo, a companhia para a qual você trabalhará e a posição à qual você está se candidatando. Considere tudo isso e ofereça seus pontos fortes em poucas frases.
 
19. O que você faria se seu chefe estivesse errado?

Diga que depende da situação e da personalidade do chefe. Se possível, dê exemplos concretos.
 
20. Se eu perguntasse às pessoas que você conhece por que você deveria ser contratado, o que elas diriam?

"Seguramente, eles justificariam minha contratação pelo fato de eu ter as qualidades necessárias para este emprego e pela minha experiência neste ramo."
 
21. Qual o tipo de ambiente de trabalho no qual você prefere trabalhar?

Diga que você pode ser flexível e pergunte como é o ambiente de trabalho na empresa. Depois, responda qual você prefere usando as palavras chaves proferidas pelo recrutador.
 
22. Existe algo mais que você gostaria de saber sobre o trabalho e a companhia?

É a hora do recrutador escutar você. Faça perguntas pertinentes. Aqui estão alguns exemplos do que NÃO perguntar: "eu consegui o emprego?", "quando são minhas férias?", "eu posso mudar meu horário de trabalho?" e o pior "o que esta empresa faz?".
 
23. Conte por que você quer trabalhar aqui.

É importante que você tenha pesquisado antes sobre a empresa. Uma vez que você a conhece, compare o que ela e pode oferecer com as suas habilidades, objetivos e metas futuras.
 
24. O que você busca na sua próxima posição?

Você pode perguntar "qual é o caminho normal de alguém que trabalha na minha posição?" A partir desta resposta, a partir das palavras-chaves que o recrutador tenha mencionado.
 
25. Quais são as suas paixões?

Com esta pergunta, o entrevistador quer saber um pouco da sua vida. Não precisa necessariamente citar algo relacionado ao trabalho, mas certifique-se de que você não citou nada que possa atrapalhar seu futuro emprego.
 
26. Quais são suas metas para o futuro?

Relacione suas metas com a empresa e com a sua profissão. Ou seja, você gostaria de aprender e contribuir para uma empresa deste porte e crescer dentro da minha área.
 
27. Quais são seus requerimentos salariais?

Isso depende da situação na qual você se encontra na vida pessoal e na própria entrevista. Se você estiver precisando, não arrisque fazer muitos requerimentos. Em contraposição, se você sentir que a empresa quer muito você, renegocie seu salário.
 
28. O que você pode fazer para esta companhia?

Assumindo que você tenha pesquisado sobre a empresa, junte suas habilidades, metas, objetivos e competências com o que você conhece sobre a companhia e faça a sua resposta pessoal.
 
29. No que você pode contribuir para esta empresa?

Dê exemplos concretos das suas antigas contribuições com a sua antiga empresa e relacione-as com o que você pode oferecer no futuro.
 
30. Quais desafios você busca no próximo trabalho?

Responda que você procura desafios que façam você crescer e que você resolva com as habilidades que possui. Não esqueça de dizer que você se sente motivado por desafios, não assustado.
 
31. O que te agradava e o que você não gostava no seu último emprego?

Não exagere ao falar mal demais na sua antiga empresa, porque o recrutador pode achar que você pode fazer o mesmo no futuro. Considere falar sobre você e seu estilo para que o próprio entrevistador perceba que você se adaptará bem ao emprego no qual você está se candidatando.
 
32. O que você espera de um supervisor?

“Eu aprecio ambientes de trabalho nos quais os supervisores têm um contato mais próximo e pessoal com seus colegas, longe de favoritismo e conscientes das necessidades e facilidades de cada funcionário”.
 
33. Quais são as decisões mais difíceis de tomar?

Esta pergunta é comportamental e, por isso, não há um certo ou errado para ela. Você será avaliado pela lógica com que as enumera e a forma como resolveu esses problemas.
 
34. O que você aprendeu a partir dos seus erros?

Neste caso, dê exemplos de algo que deu errado e que você corrigiu depois.
 
35. O que te interessa neste trabalho?

A melhor forma de responder a esta questão é descrever a própria vaga. Se você está interessado mesmo na vaga, isso funcionará como saída.
 
36. Qual é sua maior força?

Descreva qualidades que te façam apto para preencher o perfil que a empresa procura.
 
37. Qual é sua maior fraqueza?

Ofereça exemplos de defeitos não tão ruins assim. Como urgência para terminar o mais rápido possível os projetos, ou necessidade de checar 3, 4 vezes uma tarefa.
 
38. Quais foram os maiores desafios pelos quais você passou?

Certifique-se de oferecer exemplos concretos de como você lidou uma situação complicada e particular.
 
39. Quais foram os maiores problemas que você encontrou nos antigos empregos?

Descreva algum problema, mas não seja exagerado demais. Não se esqueça de citar algo que, embora desafiador, foi resolvido.
 
40. Qual foi sua maior contribuição (e fracasso) na última posição em que se encontrava?

Se você trabalhava bem, não terá problema em falar sobre contribuição. Mas não esqueça de citar mais de uma, exemplos são sempre válidos.
 
41. O que foi mais (e menos) gratificante na sua última posição?

Novamente, dê exemplos concretos; mas, na hora de falar sobre o que era pouco gratificante, tire vantagem disso: explique como você foi paciente, persistente e inteligente para lidar com essas situações e ainda trabalhar com eficiência.
 
42. Suas experiências são relevantes para este trabalho?

Neste caso, seja específico na sua experiência. A melhor forma de responder é descrever suas antigas responsabilidades e conectá-las com o trabalho no qual está se candidatando.
 
43. O que você faria se não conseguisse mais ofertas de emprego?

É importante responder que você se comprometerá a essa empresa se conseguir o emprego e, se não achar mais nenhum, refletiria se estava no campo certo e, após a reflexão, decidiria o que fazer.
 
44. Por que você está deixando seu trabalho?

Se sua saída foi tumultuada, seja honesto e tente concentrar a conversa no futuro. Mas não fale mal do seu chefe, não justifique sua saída porque ele não era carismático ou algo assim.
 
45. Por que você quer este emprego?

"Esta empresa é o lugar onde minhas qualificações podem fazer a diferença. Por exemplo, na outra empresa..." e conte um caso onde você fez a diferença.
 
46. Por que você se demitiu?

Em geral, a melhor saída é explicar que você não tinha mais o que aprender e que as suas chances de crescimento eram mínimas e você queria ir adiante.
 
47. Por que você foi demitido?

Primeiramente, diga que suas competências não batiam com o lugar onde você trabalha e, em seguida, explique que é nesta empresa onde você poderá explorar melhor suas qualidades e interesses.
 
48. Por que você largou este emprego?

Esclareça que você enxergou esta empresa como lugar correto para crescer e dar o seu melhor, em vez da última na qual estava.
 
49. Por que deveríamos te contratar?

Dê exemplos concretos do que você fez e do que pode fazer. Na hora de explicar como será útil para a empresa, fale sobre seu conhecimento na área e da sua experiência no assunto.
 
50. O que você sabe sobre esta empresa? 



Não seja pego desprevenido. Pesquise sobre a empresa antes e não reproduza fofocas sobre a companhia, como "ouvi dizer que ganham bem aqui", ou "ouvi dizer que se trabalhar até tarde aqui". Mesmo se essas fofocas forem verdade, se você está numa entrevista para trabalhar lá, é porque ou está de acordo com o que se comenta ou porque não acredita nos rumores. Dividir isso com o recrutador não será útil a você.



sexta-feira, 31 de outubro de 2014

POLÍTICA X PRODUTIVIDADE, ENTENDA ESSA RELAÇÃO




Como anda sua produtividade? O que te impede de cumprir suas tarefas diárias? Você se sente cansado e sem ânimo para realizar suas atividades? Está sempre com trabalho atrasado? Tem dificuldades em produzir com qualidade? Você acha que passa mais horas no trabalho do que deveria?

Os profissionais brasileiros possuem produtividade baixa, segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Enquanto um americano realiza uma atividade em um dia, no Brasil, levam-se seis. Outro ponto interessante da pesquisa é que enquanto o brasileiro passa 2.023 horas por ano no trabalho, nos Estados Unidos esse número é 1.790 h/a. Conclui-se que o americano produz muito mais em menos tempo, ou seja, são mais produtivos. 

Mas afinal o que a produtividade tem a ver com política?

Ainda segundo a OIT, a baixa produtividade do brasileiro está ligada a questões como transporte, educação, burocracias e falta de infraestrutura. Fatores esses que dependem muito de políticas públicas eficientes, para que atendam a população de maneira correta. Veja alguns exemplos:
Transporte

O brasileiro passa muitas horas se deslocando para o trabalho, além disso, a falta de qualidade no transporte público dificulta ainda mais esse deslocamento, gerando estresse físico e mental. O profissional já chega a seu posto de trabalho cansado e sem ânimo para realizar suas atividades, o que impacta diretamente 
em sua produtividade diária;

Educação

Ao ser contratado por uma empresa o brasileiro precisa passar por horas de treinamento e qualificação, o que não acontece nos países com alta produtividade, pois os cursos de graduação já preparam o profissional para atuar no mercado;

Burocracias

Para pedir licenças junto ao governo, o brasileiro tem a barreira da burocracia, onde passa dias, às vezes meses aguardando a liberação, o que adia projetos e negócios;

Infraestrutura

Energia, telefonia e internet de má qualidade atrapalham a produtividade. No Brasil ainda há muita interrupção desses serviços, interferindo diretamente no potencial produtivo do trabalhador.

Por isso, ao escolher o seu candidato, veja quais as propostas acerca desses aspectos, e tantos outros como a saúde, por exemplo, que podem comprometer seu desempenho e sua produtividade.








quarta-feira, 29 de outubro de 2014

A OBSOLESCÊNCIA DO CONHECIMENTO





Na década de 1970, o trabalhador médio americano levava entre 12 a 15 anos para que 50% do seu conhecimento se tornasse obsoleto, segundo estimativas do Ministério do Trabalho dos EUA*. Na virada do século este prazo caiu para três anos, isto é, a cada 36 meses você perde metade da sua capacidade de desempenhar adequadamente a sua profissão. Em outras palavras: você fica obsoleto – e cada vez mais rápido.

Se você acha que esta constatação é exagerada – mesmo ela estando 15 anos defasada – deixe-me acrescentar alguns argumentos próprios:

Entendo – e esta é uma visão pessoal – que a competência de um profissional pode ser dividida em quatro pilares: técnica, conceitual, organizacional e interpessoal.

A Competência Técnica, como o nome sugere, diz respeito aos conhecimentos necessários para executar o trabalho propriamente dito. É a carteira de habilitação do motorista profissional ou o CRO do dentista. Tanto um quanto o outro serão profissionais medíocres para sempre, se não se atualizarem adequadamente. Imagine, por exemplo, um motorista que não consiga usar um câmbio automático, ou um dentista que não entenda de resinas polimerizáveis.

Há, porém, situações mais graves nas quais a defasagem técnica tira completamente o profissional do mercado, dependendo do grau de dependência de sua profissão em relação ao ferramental específico.

Em recente conversa com um especialista em Marketing Digital, disse-me ele que o mercado de SEO deu soluços, piruetas e cambalhotas nos últimos meses e que, por causa de mudanças repentinas e imprevisíveis nos principais players, toda a sua bagagem anterior não valia mais nada.

O mercado deu um passo adiante e deixou muita gente para trás. Os 36 meses necessários à obsolescência foram espremidos em algumas semanas.

O que você faria se tudo aquilo que você sabe sobre a sua área deixasse de ser verdade? Se todos os carros fossem autoguiados ou um creme dental acabasse com cáries e outros problemas dentais e de gengivas? Se o principal produto da sua empresa fosse substituído ou tirado do mercado? Se criassem um software que faz seu trabalho mais rápido – ou melhor – do que você? O que você faria?







terça-feira, 28 de outubro de 2014

A IMPORTÂNCIA DO SERVIDOR PÚBLICO




O cidadão quer um serviço público proporcionado pelo Estado que funcione, e para isso exige servidores dedicados e preparados para fazerem o melhor com o objetivo de atenderem às suas necessidades.

A prestação do serviço público é das mais importantes atividades de uma comunidade, de uma sociedade ou de uma nação. Nenhum país, estado ou município funciona sem seu quadro de servidores públicos, responsáveis pelos diversos serviços colocados à disposição do cidadão.

Portanto, é de suma importância exaltar quem executa o papel de prestador de serviço à sociedade. Neste contexto, prestar serviço à população com qualidade e dedicação deve ser sempre a meta dos servidores e estar entre seus objetivos.

Segundo se depreende das disposições constitucionais em vigor, servidores públicos são todos aqueles que mantêm vínculo de trabalho profissional com os órgãos e entidades governamentais, integrados em cargos ou empregos de qualquer delas: União, Estados, Distrito Federal, Municípios e respectivas autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista.

Trata-se de designação genérica e abrangente introduzida pela Carta de 1988, uma vez que, até a promulgação da Constituição Federal hoje em vigor, prevalecia a denominação de funcionário público para identificação dos titulares de cargos na administração direta, considerando-os equiparados aos ocupantes de cargos nas autarquias, aos quais se estendia o regime estatutário.

A partir, portanto, da Constituição de 1988, desaparece o conceito de funcionário público, passando-se adotar a designação ampla de servidores públicos.

A cada dia, o papel do servidor público não é apenas o de ser estável. É muito mais do que isso, pois a sua atuação está necessariamente voltada para os anseios da comunidade ou sociedade.

A estabilidade dos servidores somente se justifica se ela assegura, de um lado, a continuidade e a eficiência da Administração e, de outro, a legalidade e impessoalidade da gestão da coisa pública.

A responsabilidade do servidor público é muito grande, tornando-se um privilégio por tratar-se de um agente de transformação do Estado.

O servidor deve estar sempre a serviço do público e, a partir desta lógica, listamos alguns princípios fundamentais à sua atuação: 

Agente de transformação a serviço da cidadania, o que se torna uma diferença marcante dos demais trabalhadores;

1.Compromisso intransigente com a ética e com os princípios constitucionais;

2.Atualização permanente e desenvolvimento de novas competências;

3.Capacidade de lidar com a diferença e a diversidade;

4.Habilidade para atuar em diferentes contextos e sob diversos comandos;

5.Lidar com o que é de todos.

O principal diferencial do servidor público é que este tem a oportunidade de servir à comunidade em que está inserido. Por isso, esta não pode ser vista como uma profissão qualquer, e sim como um desafio de se cuidar do que é de todos nós.


Augusto Dourado
Especialista em RH





sábado, 25 de outubro de 2014

CONHEÇA CINCO PERFIS DE COLEGA QUE PODEM PREJUDICÁ-LO NO TRABALHO



É natural que o ambiente corporativo favoreça algum tipo de competição entre os profissionais, mas o que fazer quando o limite é extrapolado e o único foco do colega de trabalho é te prejudicar?

De acordo com o headhunter do site Recrutando.com, Luiz Pagnez, vários tipos de sentimentos podem levar um profissional a prejudicar o outro, consciente ou inconscientemente. Para ele, qualquer um está sujeito a isso, tanto os funcionários novos como os veteranos.

"Inveja, ciúme, medo, sentimento de inferioridade ou uma competitividade desequilibrada fazem certos profissionais quererem diminuir seus colegas para poder se destacar", afirma.
O headhunter explica que nem sempre existem sinais muito claros, mas a principal arma para os "puxadores de tapete" é a fofoca. Uma mudança súbita no modo com que seu chefe te trata pode ser um indicativo de que algo está acontecendo.

"Essas mudanças podem ser sutis, desde a forma como ele te cumprimenta até perda de tarefas, responsabilidades ou atividades que são repassadas para outros colegas sem nenhuma explicação aparente", afirma Pagnez.

É um erro fingir que nada acontece ou atacar o colega 

Para o especialista, os dois extremos são um erro: fingir que nada está acontecendo (e achar que a empresa nunca vai acreditar em uma avaliação ruim que façam de você) ou reagir exageradamente atacando o outro colega de trabalho.

O modo como se deve reagir a essa situação depende da cultura da empresa e do estilo de liderança de seu chefe. "Se a empresa incentivar a competitividade ao invés do espírito de equipe, se queixar pode até ser pior, pois os puxadores de tapete são muito bons também em se fazer de vítima".

"O melhor é ter sempre seu trabalho em dia, entregar resultado para a empresa e buscar avaliação constante. Um diálogo frequente com seu chefe ajuda a evitar mal-entendidos e fofocas que possam prejudicá-lo", declara.

Veja quem são os puxadores de tapete na empresa

Invejoso

Não quer que ninguém seja melhor que ele. Tente elogiá-lo quando apresentar bons resultados e mostrar que ele também faz parte da equipeFoto: Getty Images

Medroso

Tem medo que alguém roube seu emprego. Uma boa conversa de vez em quando, para fazê-lo entender que você não quer derrubá-lo, pode deixar o seu nível de paranoia ou mania de perseguição mais controladosFoto: Getty Images

Nocauteador

Só se importa em entregar resultado. O foco dele é ganhar a luta sem se preocupar em quem precisará bater. Combine com ele metas claras para que você não fique no seu caminho e acabe sendo nocauteadoFoto: Getty Images

Individualista

Não sabe trabalhar em equipe e acha que apenas o jeito dele é o certo. Procure dividir bem as tarefas para que seu trabalho não dependa do deleFoto: Getty Images

Mau-caráter

É o pior de todos e tem prazer em prejudicar os outros. Dificilmente você poderá confiar nele. O melhor é se afastar o máximo possívelFoto: Getty Images



http://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2014/08/08/conheca-5-perfis-de-colega-que-podem-prejudica-lo-no-trabalho.htm