terça-feira, 2 de junho de 2015

NÃO MUDE SEU CHEFE... MUDE VOCÊ!





Como Secretária tive e tenho a oportunidade de trabalhar com diversos perfis de chefes. Quando faço um balanço geral da minha experiência profissional observo que cada Executivo que assessoro, ao longo dos anos, deixa o seu legado. 

Alguns mais exigentes e explosivos, outros mais lights. Entretanto, o que posso afirmar, independente da característica de cada um deles, é que minha postura diante das diversas situações foi e é um divisor de águas. Enquanto nos colocamos na posição de vítima, sem sombra de dúvidas, a relação é afetada e seja qual for o perfil do seu chefe, haverá  impacto na relação. 

Por isso, procurar um bom relacionamento com o chefe, reconhecer suas qualidades, seus pontos fortes é uma ótima oportunidade de aprendizado e crescimento profissional, sem deixar de mencionar que beneficiará na relação. 

Abaixo, compartilho um texto oportuno ao assunto:

Quem nunca reclamou do chefe, que atire a primeira pedra. "Ele(a) não sabe se comunicar com a equipe", "é centralizador", "delega demais", "não dá espaço para o time opinar", "é inseguro porque pede opinião demais"... A lista não tem fim e, por mais que o líder tente agradar, sempre vai ter alguém insatisfeito. Geralmente, quem está infeliz gasta energia reclamando em vez de tentar consertar a situação que o incomoda ou, ao menos, amenizar o problema.

Os especialistas da consultoria mundial em liderança Axialent prepararam um questionário que ajuda os liderados a descobrirem: quando algo acontece, você age como vítima ou como protagonista? Então, responda honestamente às perguntas seguintes:

1. Quando algo dá errado e você é questionado:

a) Você assume a sua contribuição para o problema (Exemplo: “Não terminei o relatório porque não me dei conta de que o prazo para entrega das informações pela contabilidade havia vencido e me esqueci de cobrar.”)


b) Você terceiriza a culpa (Exemplo: “O relatório não ficou pronto porque a contabilidade não me entregou as informações em tempo hábil...”)

2. Quando seu líder delega uma tarefa e você fica com várias dúvidas:

a) Você pede esclarecimentos


b) Você sai da conversa pensando em como vai se virar para descobrir o que ele não falou e/ou o que você não entendeu

3. Quando é requisitado a dar sua opinião:

a) Expressa o que pensa com honestidade consigo mesmo e respeito pelo outro

b) Omite-se ou diz algo “politicamente correto”

4. Quando você discorda do chefe, você:

a) Expressa seu desacordo, e coloca os fatos que embasam sua opinião, sem impô-la como a única verdade

b) Comenta sobre seu desacordo com seus colegas, mas não o menciona ao chefe

Segundo os especialistas, os comportamentos nas respostas “a” caracterizam o modelo mental do protagonista e, nas respostas “b”, o da vítima. Se você está mais frequentemente no papel de vítima do que no de protagonista, esta é a hora de rever seus comportamentos, pois, eles podem estar impactando negativamente na interação com a chefia.

“A nossa experiência mostra que, se uma das partes mudar o seu comportamento, a probabilidade de que a outra parte mudará também, aumenta significativamente. O primeiro passo para ganhar poder na interação é olhar para si e para seus comportamentos antes de atribuir a responsabilidade pela má interação a ele”, explica Carlos Misiara, consultor da Axialent no Brasil.

Como virar o jogo

O maior erro de um liderado é acreditar que o comportamento do líder está errado, mas que ele não pode fazer nada a respeito. Afinal, o chefe é visto como o “todo-poderoso”, investido de autoridade. É aí que o funcionário cai na armadilha de assumir o modelo mental da vítima. Nesta posição, ele não se sente responsável pelo problema que está enfrentando e, portanto, não faz nada para mudar a realidade.

‘’Podemos dizer que quando somos vítimas, somos inocentes, não carregamos a ‘culpa’ pelo problema. A desvantagem disso é que nos tornamos totalmente impotentes. Afinal, se eu não faço parte do problema, como posso ser parte da solução?”, questiona Misiara.

Ou seja, façamos uma meia culpa, é mais fácil colocar a culpa nos outros e nos fatores externos, seguindo a máxima do filósofo, Jean Paul Sartre de que “o inferno são os outros”.

As dicas dos consultores é que o funcionário experimente fazer diferente do que tem feito em ambiente seguro, por exemplo, com colegas mais próximos, família ou amigos. Assim que ganhar mais confiança, pratique com seu líder. Perceba as mudanças no comportamento dele à medida que você vai mudando o seu.

Se, por exemplo, antes de aceitar uma tarefa, checar eventuais dúvidas com ele, confirmando o que foi pedido, o prazo e critérios de qualidade, você estará ajudando o chefe a ser mais claro em seus pedidos e em suas interações. A probabilidade de que vocês dois sejam mais efetivos é muito maior.










segunda-feira, 1 de junho de 2015

FEEDBACK É ESSENCIAL NA ROTINA DE UM BOM LÍDER





É fato que todas as equipes necessitam de um líder, uma pessoa que motive, saiba estimular bons resultados e a encorajar novos posicionamentos. No entanto, para exercer uma boa liderança há um aspecto fundamental, que é saber dar feedbacks aos seus colaboradores.

De acordo com André Silva, palestrante e consultor de motivação e vendas, muitos profissionais desejam ter um retorno, seja positivo ou negativo, do seu líder. “Essa é uma das principais demandas que observo durante os cursos e palestras. É essencial que os líderes tenham a capacidade de dizer no que a equipe pode melhorar, como também a si mesmo”, afirma. Há uma pesquisa, segundo Silva, que indica que o reconhecimento está acima da recompensa financeira quando o assunto é motivação profissional. “Por isso, reconhecer as potencialidades do seu liderado é uma das principais características do líder alta performance”, disse.

Liderar a equipe através da gestão da singularidade também um ponto destacado pelo especialista. “O líder precisa ser um mestre em conhecer as pessoas, saber gerir a sua equipe através das individualidades. É necessário identificar as carências, salientar o que há de bom em cada profissional, além de entender qual a sua motivação pessoal. Gerenciar pessoas é fazer gestão de conflitos permanentemente”, esclarece ele.

Um bom líder ajuda para depois cobrar          

Antes de se tornar palestrante e consultor, Silva trabalhou na área de vendas por 15 anos. Sobre o período em que atuou como supervisor em uma multinacional, ele destaca um case, em que o papel do líder foi fundamental para o desempenho da equipe. Ele conta que foi promovido e destinado a gerenciar um grupo de dez vendedores que estavam em último lugar no ranking de vendas e com a possibilidade de demissão.

-Após um mês de trabalho, com um método que envolveu acompanhamento de campo, treinamento e recomposição da autoestima, o grupo conquistou o 4º lugar no departamento e todos permaneceram com o emprego. “O que fiz foi dar suporte e retorno constante aos liderados, entender quais eram as suas necessidades e gerenciar conforme as peculiaridades de cada um. Um bom líder precisa ajudar para depois cobrar”, enfatiza Silva.








sexta-feira, 29 de maio de 2015

COMO ESTÃO SUAS COMPETÊNCIAS COMPORTAMENTAIS?




A bagagem de competências técnicas que o profissional traz, tem um grande peso quando, por exemplo, se está diante de um processo de seleção. No entanto, depois que a contratação é realizada a empresa, através da liderança, passa a observar se o talento possui ou não determinadas competências comportamentais pertinentes à função e à própria cultura organizacional. Faça uma reflexão a partir dos tópicos abaixo e avalie como estão suas competências comportamentais.

1 - Espírito de equipe 

Você se mostra disposto a atuar em conjunto com os demais colegas de trabalho naturalmente ou isso é uma tarefa que o incomoda? Dividir o conhecimento, sua experiência com terceiros repassa sentimentos de ameaça ao que você conquistou ao longo dos anos ou essa é uma rica oportunidade para seu próprio desenvolvimento pessoal e profissional? Lembre-se que ter espírito de equipe é fundamental para se conquistar novos horizontes e superar desafios diários.

2 - Comunicação interpessoal 

Quem atua no ambiente organizacional sabe o quanto é valioso manter um bom canal de comunicação com todos os profissionais, sejam esses integrantes da equipe ou de outros setores. Isso remete a uma reflexão rápida: você está conseguindo fazer entender-se corretamente e se mantém aberto a ouvir as pessoas do seu convívio? Existe algum fator que atrapalhe a sua comunicação com os demais ou, então, não permite que os demais o compreendam como você deseja. Em que parte do processo está ocorrendo o problema?

3 - Equilíbrio emocional 

Cada vez mais, as pessoas convivem com situações de tensão como conflitos e momentos de grande volume de trabalho. Isso leva a maioria dos profissionais a terem que lidar com a inteligência emocional, caso contrário poderão contribuir com fatores conflitantes ou, ainda, tomarem decisões precipitadas que tornem o momento de crise muito mais intenso. Isso não significa que as pessoas devam podar suas emoções, pelo contrário. Mas, administrar as emoções é sem dúvida alguma um diferencial comportamental que as empresas buscam constantemente nos talentos que contratam.

4 - Administração do tempo 

Ao final do dia, é comum ouvirmos as pessoas fazerem comentários do tipo: "O tempo voou e não fiz quase nada!"; "Queria que o dia tivesse 48 horas para fazer tudo o que preciso". Quando não se consegue administrar o tempo que lhe é oferecido, o profissional acumula atividades que se transformam numa "bola de neve" que só tende a aumentar. É preciso dar prioridades às atividades mais relevantes, marcar as datas de entrega dos trabalhos, bem como reservar algum tempo para recarregar a mente, relaxar um pouco. Isso pode parecer uma "missão impossível" para muitos profissionais, mas é necessária porque todos precisam de um momento para cuidar de si.

5 - Espírito de Liderança 

Existem especialistas que afirma que o espírito de liderança nasce com o indivíduo. Contudo, o dia a dia faz com que muitos profissionais despertem o interesse em, um dia, tornarem-se líderes. Essa vontade pode ser despertada, por exemplo, quando gestor da equipe não se faz presente em determinado momento e a equipe precise de alguém que segure o "leme" e dê um norte para solucionar determinado fato. Passada a tensão, o profissional que conseguiu dar suporte aos demais colegas vê que ele tem potencial e que precisa investir um pouco mais no seu desenvolvimento. Por isso, nunca imagine que não é capaz de lidar com determinado fato. Antes de se auto avaliar, espere que um fato relevante ocorra e veja como você reage.

6 - Capacidade de dar e receber feedback 

Esse é um dos processos mais delicados que envolvem a Gestão de Pessoas, pois mexe exatamente com a chamada zona de conforto e, muitas vezes, com o orgulho dos profissionais. Geralmente, o líder é o responsável por dar o feedback direto aos seus liderados. Além de precisar de uma capacitação para realizar essa atividade, tanto o gestor quanto quem recebe o feedback precisam saber escutar e serem ótimos ouvintes. Você tem essa capacidade de ouvir uma avaliação da sua performance, seja ela positiva ou não? Se você consegue manter o equilíbrio nesse momento, parabéns. Caso contrário...

7 - Valores éticos 

"É preciso levar vantagem em tudo. Certo?". A conhecida Lei de Gerson foi engavetada, arquivada, deletada por empresas que se preocupam com a própria imagem tanto junto aos colaboradores quanto à sociedade. Ser ético não é um rótulo que pode ser adquirido em uma papelaria do shopping, mas sim um somatório de atitudes que somadas revelam a verdadeira identidade de uma organização. E para que a ética seja evidenciada numa empresa, ela precisa estar presente no dia a dia e no comportamento dos funcionários. Passar por "cima" do colega para conquistar uma promoção ou praticar atos de assédio moral, por exemplo, são ações que não cabem aos atuais parâmetros corporativos de instituições respeitáveis.

8 - Perseverança para o futuro 

Há pessoas que desistem dos seus sonhos, mesmo antes de tentar conquistá-los. Lógico que nem tudo na vida poderá ser conquistado, mas é como dizia Walt Disney "Se você pode sonhar, você pode fazer". Hoje, tornou-se quase inconcebível uma empresa investir em um profissional que não acredita nem nele próprio. Sem motivo algum acredita que tudo permanecerá estático, enquanto que a realidade exige que as pessoas tenham uma visão de futuro, arrisquem e se desenvolvam sempre.

9 - Diversidade 

O diverso ganhou forma com a presença da Globalização. Por isso, as organizações apostam na diversidade e quanto mais pessoas com experiências, com visões diferenciadas, maiores são as chances da inovação chegar e agregar valor ao negócio. Uma equipe formada por membros que pertençam a várias gerações certamente apresentará características peculiares e valiosas à empresa.

10 - Resistência às mudanças 

Aquele antigo ditado "Em time que está ganhando, não se mexe", já não corresponde mais às necessidades de uma empresa competitiva. Se você ainda insiste em "tentar" bloquear a chegada da inovação ao seu dia a dia, à sua carreira, é melhor rever rapidamente seus paradigmas. Caso contrário, correrá o risco de ficar para trás e a responsabilidade não será da empresa ou de outro profissional que se destacou, mas sim de sua própria resistência às mudanças.



Por Patrícia Bisp em 10.04.12
Site: http://www.rh.com.br/






quinta-feira, 28 de maio de 2015

PORQUE NADA SUBSTITUI O BOM SENSO




A maneira como nos comportamos no ambiente de trabalho fala muito sobre nós, mas a maneira como nos comportamos fora dele, principalmente quando estamos representando a empresa, fala mais ainda. Por isso, é essencial compreender que viagens de negócios são uma extensão do nosso trabalho, sejam elas para participar de eventos, reuniões, convenções, congressos, seminários, feiras, treinamentos e etc. 


Muitas vezes, as pessoas costumam “extravasar” e perdem o bom senso, o que pode trazer danos para a imagem do profissional. 

Veja algumas dicas que podem ajuda-lo a evitar algumas gafes. 

Saiba fazer bom uso do networking 


Viagem de negócios é uma ótima oportunidade para ampliar sua rede de contatos e conhecer melhor pessoas, que as vezes, você só tem contato por telefone. Mas cuidado com os exageros. Nada de pedir emprego ou favores. Procure ser agradável, se permita conhecer as pessoas e assim estabelecer laços. 

Business is Business 

Viagens a trabalho são viagens a trabalho e por isso é terminantemente impróprio usufruir desse momento para realizar city tour. Ainda que você esteja em um Congresso em Paris, é importante lembrar que você está a trabalho, por isso, o mínimo que a empresa espera do funcionário é responsabilidade e comprometimento. O ideal é realizar este tour após a programação estabelecida, isto é, nos horários vagos. 

Não fale mal da empresa ou do seu chefe

Assim como não é positivo falar mal da empresa, do chefe e dos colegas internamente, fora pega mal do mesmo jeito. Lembre-se, falar mal dos outros é uma gafe em qualquer situação e fala muito sobre você. 

Ficar off-line 

O fato de você estar fora de empresa não significa que você não possa acessar seus e-mails e mensagens remotamente. Em um mundo cada vez mais dinâmico estar fora do escritório não é motivo para se desconectar. Considerando que estará fora do escritório é importante ativar o recurso de ausências temporárias em seu e-mail, informando que estará com acesso restrito. Essa postura mostra seu comprometimento e responsabilidade e sem dúvida constrói uma imagem positiva sobre você. 

Chegar atrasado

Visualize a cena: “Você viajou para participar de um treinamento e se sentiu confortável para acordar mais tarde, tomar um belo café da manhã – contemplando a vista para o mar - e como se tratava apenas de um treinamento decidiu chegar mais tarde. Ao entrar no auditório ou na sala em que estão acontecendo os trabalhos todos já estão presentes, inclusive o palestrante. Inevitavelmente as pessoas param para olhar você chegar e se instalar. O Palestrante gentilmente faz aquela pausa e segue com as atividades”. 

Chegar atrasado, em qualquer ocasião, mostra total falta de cuidado e respeito com os indivíduos ali presentes. Considerando uma agenda previamente estabelecida o que se espera dos participantes é que cheguem no horário.  

Roupas adequadas 

Se vestir como se estivesse de férias ou “na balada” é uma das gafes mais cometidas em viagens. Por isso, o mesmo bom senso adotado no dia a dia na empresa deve prevalecer. A dica é optar sempre pelo clássico. Vale a pena também conhecer as questões regionais, pesquisar sobre o melhor vestuário e assim evitar desconfortos. 

Em festas, convenções e confraternizações
Viajou para uma convenção de vendas e vai acontecer aquele show do Titãs? Keep calm! Não exagere na bebida, na dança, no vestuário e no vocabulário. Lembre-se você continua em um ambiente de trabalho e por mais que pense que não, as pessoas observam e comentam. Uma amiga, certa vez comentou que na empresa em que trabalha antes da equipe viajar para a reunião de planejamento da área, que acontecia uma vez por semestre em um hotel fazenda, a diretoria encaminhava o seguinte aviso: “lembre-se que segunda-feira você estará de volta ao seu ambiente de trabalho”. 

Fuja de paqueras 

Após um dia de treinamento a proposta é ir para um happy hour com a equipe. Ótimo! Será uma excelente oportunidade para ampliar seu Networking e descontrair um pouco, por que não? Mas cuidado! Não significa que este será o momento para flertar com aquele colega que você já estava de olho há algum tempo. Definitivamente não é o momento apropriado. As pessoas adoram “rotular” as outras, por isso, evite sair com fama de “assanhada” “oferecida” e “mulherengo”. Rótulos como estes não pegam bem para a sua imagem e uma coisa é certa: As pessoas adoram ter o que falar no dia seguinte e nem sempre os comentários são positivos. 

Não leve acompanhantes para o hotel

Estar longe de casa pode causar o sentimento de liberdade, mas isso não significa levar um acompanhante para o seu quarto de hotel. Entenda que sua estadia é destinada unicamente para o seu descanso, após um dia de trabalho como outro qualquer. Por isso, deixe para receber conhecidos em seu quarto quando viajar por conta própria. 

Redes sociais

Atualmente tudo, absolutamente tudo, cai num piscar de olhos nas redes sociais. Por isso, tenha bom senso ao usar as redes (Facebook, twitter, instagram, linkedin, etc). Fuja da síndrome "cada mergulho um flash" e não saia tirando centenas de fotos. E quando for postar uma foto pense sobre a exposição da empresa e das pessoas. Não saia marcando as pessoas desgovernadamente e principalmente registrando os vexames alheios. Seja elegante, em qualquer situação. 

O que tenho aprendido ao longo desses anos convivendo com pessoas de diversos segmentos e níveis hierárquicos é que nada substitui o bom senso.


quarta-feira, 27 de maio de 2015

SAIBA RESPONDER ÀS PERGUNTAS 'EMBARAÇOSAS' NA ENTREVISTA DE EMPREGO





Este artigo foi publicado pelo InfoMoney em 15.05.12 e traz informações interessantes para quem está em processo seletivo.

Boa leitura!

Acimarleia Freitas


No processo seletivo, existem algumas perguntas que podem deixar o profissional na famosa "saia justa”. Geralmente, são perguntas que a pessoa não se preparou para responder e, dependendo da resposta, podem comprometer seu desempenho.

A consultora em Recursos Humanos e diretora educacional da Drhíade, Ângela Christofoletti, explica que este tipo de questionamento não é para constranger ninguém. É na verdade, uma maneira que o recrutador tem de conhecer o profissional. “Por isso é fundamental que a pessoa seja transparente, mas sempre com muita elegância”, aconselha.

Pensando nisso, o Portal InfoMoney, em parceria com a especialista, elaborou cinco perguntas que são consideradas difíceis de responder. Ângela ressalta que a ideia é orientar o profissional e não ser utilizada como uma resposta padrão. “Tudo que é ensaiado não é legal”. Confira abaixo:

Quais são os seus pontos fracos?

Dizer que é perfeccionista e detalhista está bem longe do que o recrutador deseja ouvir. A consultora explica que este tipo de pergunta é para que o profissional de Recursos Humanos possa relacionar as características pessoais com o cargo que está em aberto. O ideal é que a pessoa mencione alguma característica, mas não se aprofunde. “Cite alguma situação e diga que você está trabalhando para melhorar, mas não dê detalhes. Não entre nesta questão”, diz Ângela.

Por que eu deveria te contratar?

Segundo a especialista, neste momento, é indicado que a pessoa responda que irá ajudar a empresa a alcançar o resultado esperado, já que ela tem as características e competências que o empregador busca.

Do que você menos gostava do seu último trabalho?

Se o problema for o horário ou à distância, o mais indicado é dizer que neste sentido, o trabalho era incompatível. No caso de situações relacionadas à ética é fundamental que a pessoa cite que “eram questões de natureza ética que ela não concordava”. Se foram problemas como acordos que não foram cumpridos, deve ser indicado desta maneira, bem curta. “Lembre-se que o entrevistador não está interessado na empresa em que a pessoa trabalhava, mas no candidato”, orienta.

O que você acha sobre o seu último chefe?

Esta pergunta é para avaliar o nível de relacionamento que a pessoa tinha com o superior. Nestas horas, não é bom nem falar muito bem do chefe, porque o profissional pode parecer que é do tipo “puxa-saco”, nem falar mal, porque demonstra imaturidade. “Fale apenas: nossa relação era boa. Toda vez que eu era solicitado, entregava os resultados esperados”, explica.

Se você está empregado, por que está procurando emprego?

Nada de falar da distância, do salário, dos benefícios nem dos problemas que está passando na empresa atual. A melhor resposta que o candidato pode dar é que ele está em busca de novos desafios e de reconhecimento profissional.








terça-feira, 26 de maio de 2015

EXISTE SEMPRE UM GRANDE PROFISSIONAL DE SECRETARIADO AO LADO DE UM GRANDE EXECUTIVO





Eles estão presentes em múltiplas frentes, atuando como facilitadores, organizando e planejando tarefas que facilitam a rotina diária do executivo, otimizam seu tempo e, como consequência, geram mais lucro para a empresa.

De acordo com um estudo publicado na Revista Harvard Business Review (maio/2011), para que o investimento de ter um profissional como este compense, a assessora deve tornar o executivo 8% mais produtivo do que seria se estivesse trabalhando só – ela precisa poupar ao executivo cerca de cinco horas numa semana de trabalho de 60 horas. “O papel da secretária é administrar a rotina da empresa para que o executivo coloque seu foco no produto ou no serviço que oferece”, explica a diretora do Sindicato das Secretárias do Estado de São Paulo, Isabel Cristina Baptista.

Com a mudança dos conceitos e dos estereótipos estipulados pela sociedade, o profissional de secretariado começou a mostrar a importância de sua influência dentro das organizações, pois passou a exercer, além das principais funções, atividades fundamentais para o equilíbrio econômico e de tempo do executivo – como, por exemplo, o tempo que um diretor gastaria solucionando questões de compras de passagens e hospedagens, entre outras atividades, aproveita para a concepção de novos projetos, manutenção e atualização de seu network, prospecção de novos clientes, enfim, gerar lucro e trabalho para a organização.

No Brasil, além de serem reconhecidas e tratadas como “as melhores do mundo” pelo Jornal “The Guardian”, a classe recebe todo amparo dos sindicatos de secretários, os quais defendem e acreditam na importância da profissão no mercado. “Acreditamos e investimos na evolução do conhecimento e proporcionamos incentivos para que os profissionais cresçam e se estabeleçam dentro das organizações”, afirma Isabel. Ademais, o sindicato incentiva a melhora de qualidade de trabalho dos profissionais associados, sugerindo projetos de economia, sustentabilidade, promovendo encontros para atualizações - como o Congresso Internacional, que está confirmado para o mês de outubro deste ano - e diversas atividades em prol da categoria.


Talita Martin
http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,433889,Ao_lado_de_um_grande_executivo_existe_sempre_um_grande_profissional_de_secretariado,433889,5.htm 

segunda-feira, 25 de maio de 2015

CONFIANÇA E ÉTICA: ALICERCES DO SECRETÁRIO EXECUTIVO.



Fiz muitas pesquisas para publicar aqui no Blog e uma delas me chamou atenção, por ter tudo a ver com uma das nossas atribuições, que é a questão da CONFIANÇA e da ÉTICA. Ocupamos, dentro da empresa, um lugar muito privilegiado e que nos dá acesso a todo tipo de informação, inclusive as sigilosas e que dizem respeito não só a empresa, mas também à outros assuntos, muitas vezes que dizem respeito à vida pessoal do nosso executivo. O texto abaixo foi extraído de uma publicação da Revista "Você S/A", que fala sobre a importância de se manter firme em executar um trabalho com transparência e honestidade: 

Um dos maiores obstáculos à prevenção dos casos de fraudes dentro das empresas é, na maioria das vezes, a dificuldade de antever quem é capaz de cruzar a linha que separa os profissionais honestos dos fraudadores. O fraudador típico tem um perfil muito similar ao de qualquer outro funcionário da empresa.


Em 41% dos casos, ele trabalha no mesmo lugar há mais de seis anos e, em 29% das fraudes, ocupa um cargo executivo. São pessoas que, justamente por serem figuras de confiança na estrutura da empresa, sentem-se livres para agir em benefício próprio sem levantar suspeitas.

De acordo com especialistas em investigação de fraudes, a conjunção de três fatores aumenta a probabilidade de que um profissional comum, sem histórico de desvios éticos, cruze a fronteira da honestidade e cometa um crime. Esses fatores, que compõem o chamado triângulo da fraude, são: a necessidade, a oportunidade e a racionalização. 


Resumidamente, a predisposição para a fraude aumenta quando o executivo que está passando por uma dificuldade (como estar endividado) encontra uma brecha nos sistemas e processos da empresa e, por se sentir desvalorizado ou merecedor de melhores condições, acaba relativizando a imoralidade do desvio de recursos.

“Quando uma pessoa normal se vê em um contexto muito difícil, ela tende a interpretar o mundo de forma diferente e perde a dimensão do que é ou não correto”, afirma o professor Guido Palazzo. “É como se o profissional fosse acometido por uma espécie de cegueira ética”, diz ele.


Além de razões pessoais, um profissional pode entrar numa maracutaia corporativa ao se sentir pressionado por algum fator relacionado ao trabalho.


A cobrança excessiva de resultados, a coação de um chefe desonesto ou de um agente público corrupto são exemplos de coisas que fazem um profissional alterar seus padrões morais. Como se precaver? “A melhor defesa é não ter med”', afirma Palazzo. “O medo é o principal combustível para desrespeitar uma regra ou para silenciar quando uma regra está sendo quebrada”, diz ele.


Isso significa recusar-se a entrar no jogo, ainda que acarrete alguma consequência previsível, como ser colocado numa geladeira na empresa ou até ser demitido.  


As empresas têm criado mecanismos que permitem aos profissionais honestos denunciar os fraudadores. Um impulso nesse sentido veio da promulgação da Lei Anticorrupção (12.846/13), que acaba de completar um ano em vigor.


A nova legislação prevê punições pesadas para as companhias condenadas por lesar o poder público, com multas que podem chegar a até 20% de seu faturamento. Por causa da lei, diversas empresas estão fortalecendo suas equipes de governança corporativa. “Se as empreiteiras envolvidas no caso da Petrobras tivessem áreas de controle bem estruturadas e atuantes, o risco de um caso como esse ocorrer seria menor”, afirma André Fonseca, sócio do escritório de advocacia Veirano, de São Paulo.

Com a nova lei, mais empresas devem investir na criação desse setor. “As empresas que já tinham algum mecanismo de controle fortaleceram suas áreas, e as demais estão descobrindo como se estruturar', diz Heloísa Macari, sócia-diretora da consultoria de gestão de risco ICTS." 

Embora a matéria não fale especificamente de nós Secretários, por estar diretamente ligados aos grandes executivos da empresa onde trabalhamos, precisamos estar alerta sempre para as situações apresentadas no texto. A melhor coisa a se fazer SEMPRE é não aceitar realizar qualquer tipo de atividade desonesta. Nós, Profissionais de Secretariado Executivo temos, em nosso código de ética, artigos que nos amparam no caso de sermos aliciados a fazer esse tipo de atividade corrupta, então não devemos ter medo de dizer "Não" à corrupção e demais atividades ilícitas e que envolvam falta de ética. 





Fonte: Texto de Gabriel Ferreira, publicado na Revista Você S/A, Editora Abril, Ed. Janeiro/2015: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/198/noticias/saiba-como-nao-se-envolver-mesmo-que. Acesso em 13/01/2015.


quinta-feira, 14 de maio de 2015

A DIFERENÇA ENTRE "COMUNICATIVO E TAGARELA"


Atualmente o mundo tem falado na importância da comunicação e do network, assim como quão valiosa é a habilidade de se comunicar entre chefias e colegas. Ocorre que, na busca por estas habilidades é comum confundirmos Secretário comunicativo com Secretário tagarela.

Veja a seguir as diferenças e como evitar alguns constrangimentos, além da antipatia dos colegas de trabalho:

Secretário Comunicativo:

Aquele que é simpático com os que chegam ao Departamento, são discretos, comedidos, procuram falar o necessário - com a intenção de se fazer presente - e acima de tudo: não confundem liberdade com libertinagem.

São educados, falam baixo e procuram manter uma postura profissional. Se estão em um happy hour ou confraternização corporativa a postura é a mesma adotada no âmbito da empresa, ou seja, NÃO HÁ EXCESSOS.

Se trabalham em um pool, procuram falar também o necessário, evitando atrapalhar aqueles colegas que precisam se concentrar para a redação de um documento ou outra atividade que exija concentração.

Um Secretário comunicativo, procura conhecer a empresa, seus colegas de trabalho, suas atribuições e principalmente veem o colega como parceiro e não aliado.

Secretário Tagarela:

Aquele que ao receber os que chegam ao Departamento disparam a falar assuntos sem importância, fúteis e desnecessários, monopolizam as conversas, procuram ser o centro das atenções, falam alto, dão gargalhas, e se acham “amigos de infância” daqueles que ali estão. A verdade seja dita: Intimidade demais só traz aborrecimento.

O Secretário Tagarela geralmente não enxerga seu superior como chefe e sim como amigo. Se sente a vontade para falar da família, do papagaio, do cachorro e das festas de final de semana.

Acredito na teoria que este Secretário, o tagarela, sofra da síndrome “DO DEMAIS”: simpático demais, alegre demais, falante demais, intimo demais, inteligente demais... E por aí vai!!! Por isso, evite os exageros, por uma questão muito simples: O Secretário Executivo é o cartão de visita da empresa.

Os Secretários tagarelas geralmente são alvos de comentários e são pessoas que facilmente conquistam a antipatia da empresa, afinal “mais é menos”.

Da dica é: façamos uma autoanálise, diria diária, se não estamos confundindo “as estações”, pois nada mais irritante para um chefe do que um subordinado que fale pelos cotovelos.

RODRIGUES, Simara, A diferença entre comunicativo e tagarela. Disponível em:  http://simararodrigues.blogspot.com/2011/01/diferenca-entre-comunicativo-e-tagarela.html
Acesso em: 27 de julho. 2011.



quarta-feira, 13 de maio de 2015

O QUE É ÉTICA NO TRABALHO



Ética é um conjunto de regras relacionadas aos valores e conceitos morais de um indivíduo ou grupo social. A ética está diretamente conectada aos princípios que disciplinam, orientam ou mesmo distorcem o comportamento humano.

Ética no trabalho é algo profundamente necessário para um ambiente saudável. Mesmo quando não há um Código de Ética formalmente definido para a sua empresa ou profissão, em geral há um conjunto de aspectos que são considerados "bom senso" (mas deixam espaço para interpretações variadas) em uma tentativa de delimitar o que é o "comportamento ético", incluindo os que representam integridade e comprometimento e separando os que ferem os princípios e assim são inaceitáveis (e assim considerados antiéticos no âmbito pessoal ou do grupo).

Um código de ética definido formalmente é positivo porque remove dúvidas que possam surgir por divergências de opinião de cunho moral ou valorativo, já que as definições do "bom senso" nem sempre são compartilhadas. Um exemplo é o código de Ética do Secretário Executivo, definido pelo Conselho Federal de Administração e ao qual me obrigo quando exerço minha profissão.

Mas nem toda profissão ou empresa conta com este luxo, portanto segue uma pequena lista de 10 itens que podem ajudar a pautar a confecção do seu código de ética pessoal ou mesmo as discussões a respeito no seu grupo de trabalho.

Eles usam conceitos abertos (como "honestidade") e são baseados na observação de comportamentos identificados como éticos, mas naturalmente exprimem um determinado conjunto de valores, portanto interprete-o e adapte-o à sua realidade!

E lembre-se sempre: embora o comportamento ético não vá constar no seu currículo, ele será reconhecido e associado à sua personalidade e identidade profissional, e o oposto também é verdadeiro. Seja reconhecido como um profissional ético, e você sempre levará consigo esta poderosa referência!

Código de Ética no trabalho: 10 mandamentos essenciais

1. Seja honesto, honrado e digno em qualquer situação;

2. Nunca faça algo que você não possa assumir perante sua equipe, seus superiores, seus subordinados ou o público;

3. Seja humilde, tolerante, flexível e disposto a ouvir críticas e sugestões;

4. Críticas e repreensões devem ser feitos primeiro à pessoa a quem se referem, cara a cara. Se houver o dever de levá-los a mais alguém, que não seja pelas costas;

5. A privacidade do colega, do cliente e de todos os demais é inviolável. Independentemente de questões de propriedade corporativa, mexer na mesa, gaveta, informações ou documentos alheios exige autorização (de norma ou da pessoa envolvida) em qualquer circunstância;

6. Em ações e discussões internas, assuma sempre seus valores e princípios e as consequências dos atos a que eles conduzirem, mesmo que isso signifique ficar contra a maioria – mas jamais procure obstruir o direito de expressão e voto no posicionamento alheio;

7. Fique longe de fofocas e comentários maldosos, mesmo que pareçam fazer parte da cultura do grupo. Muitas vezes, o simples fato de dar ouvido a elas pode ser suficiente para identificá-lo com o rótulo de fofoqueiro;

8. A relação hierárquica e de equipe não deve considerar amizades nem antipatias. O subordinado amigo deve ao seu chefe o mesmo tratamento que os demais, e o chefe amigo precisa cuidar para jamais privilegiar o subordinado que lhe é próximo. Da mesma forma, antipatias pessoais não têm espaço no ambiente profissional. Reserve-as para seu íntimo e procure oportunidades para superá-la. No trabalho, trate o colega com o respeito comum, mantenha distância se possível, e não comente com outros a antipatia que sente;

9. Sempre dê crédito a quem merece, sem jamais aceitar elogios ou recompensas pelo mérito alheio;

10. Ao errar, reconheça, sem exageros. A atitude esperada é "não foi um erro intencional, vou providenciar para que não ocorra de novo e vou remediar o acontecido";

O fato essencial é que ser ético significa, muitas vezes, renunciar a oportunidades de obter dinheiro, status e benefícios. Se os seus princípios e valores estiverem ajustados, a decisão ética será sempre a correta, mas a existência de um Código de Ética aceito por todos do grupo pode reduzir os conflitos e facilitar a resolução dos casos em que houver dúvida;


terça-feira, 12 de maio de 2015

AS REDES SOCIAIS NA SUA VIDA PROFISSIONAL

 




As redes sociais cresceram muito nos últimos 5 anos, tanto em quantidade de sites de relacionamento como em número de usuários. Mas é importante tomar cuidado com o que é postado nas redes sociais, pois toda essa facilidade em expor suas opiniões e pensamentos na internet também contribui para que sua vida pessoal e profissional seja divulgada em excesso e isso possa prejudicá-lo de alguma forma. Pensando nisso, trouxe uma pesquisa publicada na edição de Fevereiro/2015, na Revista Você S/A, com dicas de como se preservar ao usar as redes sociais:


 ”Muita gente perde o controle porque embarca no que John Suler, professor da Universidade de Rider, em Nova Jersey, apelidou de “efeito da desinibição online”, que consiste na impressão de que estar atrás de uma tela significa o anonimato”. A falsa proteção aumenta a vontade de se expressar e instiga a agressividade.



Como as redes funcionam como uma vitrine, esse impulso comunicativo pode manchar a reputação na vida profissional. Engana-se quem pensa que os recrutadores ignoram os perfis sociais, como Facebook, Instagram e Twitter. Segundo um estudo do CareerBuilder, site americano de recrutamento, 51% dos 2.138  empregadores entrevistados desistem de contratar um candidato após verificar suas postagens.



Mesmo quem não está atrás de emprego deve tomar cuidado: chefes e colegas observam como andam as publicações alheias. 'Uma atitude inflexível em uma discussão online passa a imagem de um profissional que não sabe trabalhar em equipe', diz Luís Testa, da Catho, site de recrutamento, de São Paulo.

Para não cair em armadilhas e correr o risco de virar meme, siga as regras para preservar (e melhorar) sua imagem virtual. 

1- Use ferramentas de privacidade 

A lista de amigos não é homogênea: tem chefes, ex-chefes, colegas e pessoas mais íntimas. Cada grupo pede um tipo diferente de mensagem. O Facebook cria filtros e listas que podem ser aplicados nos posts. Isso permite que alguém selecione só os amigos para compartilhar a foto do Réveillon, e só os colegas quando quiser postar um texto corporativo. 

2 - Pense antes de publicar

As linhas do tempo são lotadas de informações. Mas nem todas foram revisadas antes de ser publicadas. A consequência? Posts com informações falsas e erros de português.  'Não é porque a internet é veloz que temos de nos posicionar com a mesma rapidez', diz Bia Granja, do site Youpix, especializado em internet.

3-  Reclame na medida

As redes sociais viraram um grande SAC da vida, com gente que usa os perfis só para desabafar. Reclamar de vez em quando é normal, mas ser resmungão transmite uma imagem ruim. 'Nenhum recrutador verá com bons olhos uma pessoa que está o tempo todo insatisfeita com tudo', diz Ana Luiza Mano, fundadora do grupo Psicólogos da Internet, de São Paulo. 

4- Diminua a ostentação

Há a impressão de que, na internet, todo mundo é feliz e só faz coisas incríveis. Postar imagens de viagens, restaurantes, sapatos novos e festas em excesso passa a impressão de ostentação.
O marketing pessoal exagerado não cola. Profissionais que se autopromovem assim dão a entender que não assumem falhas. 

5 - Pegue leve nas críticas às empresas 

Todo cliente lesado por algum serviço ou produto tem o direito de ficar bravo e reclamar. Desde que seja no lugar certo. Melhor falar sobre o problema com a empresa ou em sites voltados para reclamações.



Por mais que esteja irritado, mantenha a cordialidade: pode ser que, daqui a um tempo, você pleiteie uma vaga na empresa com a qual brigou. 

6- Lembre-se que a zoeira tem limites 

Até os mais bem-humorados precisam ter noção. Às vezes, uma piada pode ofender, mesmo que essa não tenha sido a intenção. Avalie o tom do post e nunca faça comentários ofensivos disfarçados de piadas.



Brincar com as minorias está fora de cogitação: as empresas valorizam quem sabe lidar com a diversidade. 

7 - Analise as redes

Cada rede tem um perfil específico que deve ser levado em conta. Não pega bem postar convite para seu aniversário no LinkedIn ou compartilhar seu currículo no Facebook. 

8 - Publique com moderação

Crie uma rotina para seus posts e uma frequência tolerável para se expor online. Quem escreve demais parece que está viciado, comportamento que pode prejudicar a produtividade e ser malvisto pelos chefes. 

9 -Seja coerente

As redes sociais devem refletir quem você é na vida real. Não adianta se esconder atrás da tela e criar uma imagem diferente da mostrada no trabalho.



As pessoas percebem a incoerência e ficam em dúvida sobre a personalidade. Preste atenção também nos seus contatos: não adianta tomar cuidado com o perfil se todos os seus amigos parecem ser exatamente o contrário de quem você é.

10 - Saiba que o anonimato é lenda

Antes de publicar qualquer coisa, imagine se teria coragem de dizer aquilo pessoalmente, sem se envergonhar ou se arrepender no futuro. Na dúvida, apague o que escreveu. Essa atitude demonstra maturidade e o entendimento de que nem tudo precisa ser compartilhado. 

11 - Controle as emoções

Todo mundo perde a cabeça e fala bobagem. Só que na internet o escorregão, às vezes, fica imortalizado. Respire fundo antes de se manifestar. Responder com classe a uma provocação impressiona os chefes, pois significa inteligência emocional.

12 - Evite falar sobre sua empresa

Se estiver com um problema no seu trabalho, não espalhe nas redes. Fazer isso não soluciona nada e só gera mal-estar, além de mostrar que o profissional não tem maturidade para chamar o chefe para conversar e tentar resolver a questão. 

13- Cuidado com a linguagem

Vários mal-entendidos ocorrem porque as palavras para certos posts não foram bem escolhidas e possuem um tom indelicado ou irritado. Evite caixas altas, por exemplo, que são consideradas gritos na internet. 

14 - Mantenha a discrição

Se a discussão com um de seus contatos ficar mais séria, opte por uma conversa particular para evitar a exposição de seus problemas ou pontos de vista polêmicos. Discrição na hora de resolver pendências é uma competência essencial em momentos de crise. 

15- Leia a política de privacidade 

As empresas têm regras claras para o uso das redes sociais no ambiente corporativo. Descobrir qual é o código de conduta adotado pelo local onde trabalha minimiza erros, como compartilhamento de informações sigilosas.

16 - Saia da bolha

A dinâmica das redes contribui para que apenas conteúdo parecido com o que você posta apareça na linha do tempo. Isso colabora para que as pessoas ignorem que existem opiniões e assuntos diferentes.

É importante dar valor a informações que não fazem parte do dia a dia."

Claro que todas essas dicas são sugestões para que seu networking seja diversificado, sem prejudicá-lo de alguma forma. 




Fonte: Pesquisa publicada por Luciana Lima, para Você S/A, Ed. Fev/2015: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/199/noticias/16-dicas-para-nao-queimar-sua-imagem-na-internet. Acesso em 09/03/2015. 


segunda-feira, 11 de maio de 2015

O "URGENTE" E O "PRIORITÁRIO"





Um dos grandes dilemas da nossa vida de Profissional de Secretariado é definir o "prioritário" e o "urgente", em determinadas situações do cotidiano.

"Com estruturas mais enxutas nas empresas, decisões que precisam ser tomadas assim que o novo ano começa e pendências do ano anterior, os profissionais se perdem em um mar de tarefas em que tudo parece urgente. Aí surge a dúvida (e o desespero): como priorizar quando tudo parece prioridade?

Por receber demandas e pressão de todos os lados, as pessoas não conseguem entender o que é importante de fato. “Muita gente aceita as prioridades alheias, achando que vai dar conta de tudo”, diz Andrea Piscitelli, professora da Fundação Instituto de Administração (FIA), de São Paulo, e consultora de gestão de pessoas.

O resultado é que, muitas vezes, as demandas que teriam maior importância na rotina do executivo ou da empresa são deixadas de lado. “Com as tarefas também se aplica o Princípio de Pareto, em que 20% das atividades são responsáveis por 80% dos resultados”, afirma o professor Paulo Campos, do Insper. “Saber encontrar esses 20% é fundamental.” Aprenda, a seguir, o que você precisa fazer para estabelecer prioridades e conseguir entregar suas metas.

Escolha um método


O primeiro passo para lidar com prioridades é organizá-las. Shane O’Grady, de 33 anos, diretor de tecnologia da Love Mondays, empresa que reúne avaliações de empresas feitas por funcionários, de São Paulo, criou uma metodologia para gerenciar os projetos que ele e sua equipe desenvolvem. “


Fizemos um misto de dois modelos”, afirma Shane. Um deles é o Scrum, que envolve a realização contínua de feedbacks, e o Kanban, usado em fábricas para sinalizar as etapas do fluxo de produção.

Compartilhe a agenda 

Sempre que  alguém da equipe de Sebastian Guzman, de 36 anos, consultor de programas de melhorias na Bosch, fabricante de peças automotivas, de São Paulo, quer marcar uma reunião, não precisa interrompê-lo para descobrir quando  estará disponível. “Deixo minha agenda aberta para que saibam quando estou sobrecarregado”, afirma Sebastian.


O ideal é que toda a equipe compartilhe seus compromissos. Assim, os chefes veem quem tem mais ou menos disponibilidade para lidar com eles. 

Invente uma urgência

Prazos confortáveis atrapalham a conclusão de tarefas. Isso ocorre porque o ser humano calcula mal o tempo que perde numa atividade e acha que precisará de menos tempo do que o necessário.


O truque é eliminar a ilusão de agenda tranquila. Antes de decidir o que fazer primeiro, pense quais tarefas escolheria se tivesse metade do tempo disponível. Ou, se tivesse de trabalhar só 2 horas por dia. Os selecionados serão os compromissos mais importantes.

Peça ajuda

A mente humana nem sempre é confiável quando o assunto é definir prioridades. “Damos um peso maior às atividades em que nos sentimos confortáveis”, diz Andrea, da FIA.


Outras tarefas que também precisariam receber atenção são deixadas de lado. Essa situação ocorre frequentemente quando a pessoa está muito envolvida em algum projeto.


O melhor é pedir ajuda a alguém que não tenha a mesma rotina, mas que entenda bem sua função. Essa pessoa terá um olhar imparcial sobre o que é importante. 

Enxergue com clareza 

Diante de um emaranhado de tarefas, muitas vezes fica difícil hierarquizar prioridades. Por isso, conseguir ter uma visão do todo é um dos passos mais importantes.


A agenda não deve ser encarada como uma simples lista de compromissos, mas como uma ferramenta que permita visualizar o conjunto de atividades.


Para lidar com esse desafio de ter uma visão melhor das pendências, Shane, da Love Mondays, colocou em seu escritório um quadro com post-its coloridos, em que consegue ver com precisão o status das tarefas que ele e sua equipe têm pela frente. “Conforme cada etapa do projeto evolui, mudamos o post-it de posição nesse quadro”, diz Shane.


Uma rápida olhada ajuda a descobrir quais tarefas estão mais adiantadas e quais precisam de atenção extra.

Entenda a empresa

Para estabelecer prioridades, é necessário ter clareza sobre as metas da empresa ou da área. “Especialmente em ambientes mais dinâmicos, em que novas demandas surgem, o profissional tem de trabalhar olhando para a estratégia”, diz Paulo, do Insper.


É o que faz Sebastian, da Bosch. “Saber o que a empresa quer e precisa naquele momento é um dos aspectos que mais levo em conta”, diz ele.


A principal maneira de conseguir ter essa noção clara é perguntar ao chefe. Confira com ele se as prioridades que vêm sendo adotadas realmente são as tarefas mais importantes para o negócio. 

Aprenda a recusar

Quando a vontade de agradar chefes e colegas fala mais alto do que a preocupação com a agenda, o resultado são tarefas em excesso. “O que é importante para os outros nem sempre é para nós”, diz Andrea, da FIA.
Antes de aceitar uma nova tarefa, analise sua agenda. Se achar que o pedido vai atravancar outros projetos mais importantes sem trazer um resultado compensatório, a melhor saída é negociar um prazo diferente ou, em último caso, encontrar uma forma de recusar a missão."

Manter a agenda de compromissos atualizada é o nosso desafio de sempre. Mas, com organização e disciplina, tudo se resolve.



Fonte: Pesquisa publicada por Gabriel Ferreira, para revista Você S/A, Ed. Março/2015: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/199/noticias/como-definir-prioridades-quando-tudo-e-urgente. Acesso em 23/03/2015


domingo, 10 de maio de 2015

COMO MELHORAR A COMUNICAÇÃO NO AMBIENTE CORPORATIVO?





A comunicação no ambiente corporativo é tão imprescindível quanto aquela praticada perante o público-alvo ou os clientes de uma marca. Afinal, transmitir mensagens claras e objetivas, por meio de canais viáveis, e assegurar que elas sejam compreendidas pelos funcionários só tendem a enriquecer o trabalho e garantir bons resultados.

Engana-se, porém, quem pensa que a comunicação interna pressupõe grandes investimentos em ferramentas complexas e sofisticadas. A simples mudança de hábito, na própria convivência, já é capaz de alterar rotinas, minimizar erros de interpretação e melhorar o clima organizacional. Os colaboradores precisam ter consciência de que podem – e devem – interagir com colegas de equipe e gestores em prol de impulsionar os indicadores de uma empresa por meio do aumento de produtividade. Medidas simples, com pouco ou nenhum investimento, também podem ajudar:

Incentive a cultura de compartilhamento

Você, como gestor, deve estimular a troca como uma das atividades da comunicação no ambiente corporativo. Incentive os funcionários a compartilharem boas práticas e informações úteis à empresa e ao desenvolvimento profissional. Nesse contexto, escolha os melhores canais de disseminação de acordo com a cultura de sua empresa – seja por meio de redes sociais corporativas, e-mails, jornal-mural, painel informativo, etc. Pense em ferramentas com as quais os seus colaboradores estejam habituados. Afinal, criar um impeditivo em um cenário de mudança não tende a ajudar em nada.

Troque mensagens instantâneas

A comunicação entre líder e liderado deve ser privilegiada no ambiente corporativo. Gestores devem mostrar-se disponíveis às equipes para que os funcionários sintam-se motivados a interagir mais e, consequentemente, aumentarem a produtividade. Para isso, adotar o uso de plataformas que permitam a troca de mensagens instantâneas e chat de vídeos, como o Google Hangout, pode ser uma boa alternativa para aproximar gestores de seus funcionários e torná-los mais acessíveis. Se a sua empresa utiliza o Gmail como plataforma de correio eletrônico, que tal experimentar a ferramenta?

Utilize agendas online compartilhadas

Uma maneira de fazer com que os funcionários tenham conhecimento das atividades realizadas pelos gestores, ou então de saber onde localizá-los em situações de emergência, é fazer com que a agenda de trabalho deles se tornem mais acessíveis. Aplicativos como o Google Agenda permitem que outros possam visualizar as tarefas diárias de determinado colaborador, adicionar novas atividades, sugerir edições e deixar comentários, por exemplo. A ferramenta tende a funcionar igualmente bem entre colaboradores de uma mesma equipe que dividem funções.

Faça reuniões enxutas

É claro que a comunicação no ambiente corporativo tem seu ápice nas reuniões realizadas entre funcionários. Porém, esses momentos também podem ser armadilhas para empresas que desejam aprimorar esses processos. Portanto, invista em encontros periódicos e objetivos com seus colaboradores. Estimule-os a falar, mas de maneira breve. Algumas empresas realizam reuniões com os presentes de pé. Assim, evita-se o prolongamento que aconteceria caso todos estivessem sentados confortavelmente. Vá direto ao ponto e sintonize a troca das informações mais relevantes. Dê voz a conteúdos inovadores. Não se esqueça de observar cada integrante – potenciais líderes podem ser notados nessas ocasiões.







sexta-feira, 8 de maio de 2015

PROGRESSÃO NA CARREIRA SEM DEIXAR OS BONS LAÇOS INTERPESSOAIS.




Um dos grandes desafios enfrentados pelos executivos é a transição para um cargo maior de Chefia, onde os pares (colegas de trabalho de mesma função) passam a ser seus subordinados. As relações interpessoais, se não forem bem estruturadas, acabam tornando-se empecilho ao bom desempenho corporativo. 

Para entender melhor como desenvolver uma boa transição e minimizar os atritos oriundos dessa nova fase profissional, trazemos um artigo publicado na Revista Você S/A, Ed. Abril/2015: 


“Em janeiro de 2015, quando recebeu a notícia de que seria promovido ao cargo de gerente comercial da empresa de auditoria Crowe Horwath, de São Paulo, o publicitário Juliano Exposto, de 30 anos, sabia que teria um grande desafio pela frente”.

Além das novas responsabilidades que o cargo trazia, ele passaria a comandar uma equipe formada por pessoas que, até então, eram seus pares e, em muitos casos, amigos. 'A relação com meus colegas era muito próxima, a ponto de eu frequentar as festas de família de muitos deles', afirma Juliano.


Ao mudar de função, Juliano temia que a relação com seus amigos — e agora subordinados — ficasse prejudicada. 'Sabia que seria inevitável comparar minha postura antes e depois de me tornar chefe. ' Assumir a chefia de uma equipe formada por amigos é um grande desafio, pois exige algumas mudanças significativas no relacionamento com os antigos colegas e agora subordinados.

Problemas ao longo dessa transição são naturais — medo de desagradar, uso inadequado de relações pessoais e favorecimentos são algumas das situações. Mas é possível contornar os obstáculos. No caso de Juliano, o caminho encontrado foi manter o diálogo aberto com a equipe. 'Quero que eles me falem se eu estiver errando a mão', diz. A seguir, algumas ações para lidar com seus amigos subordinados. 

Comunicação

Manter um diálogo aberto a críticas e sugestões da equipe é uma das principais orientações dos especialistas. 'A pessoa tem de mostrar que está mudando de cargo, e não de lado', afirma o consultor de gestão Ênio Klein, de São Paulo.


Uma comunicação eficiente ajuda o time a conhecer as regras e diminui os melindres na hora das cobranças. O ideal é que haja uma conversa logo de cara, em que fique decidido como as coisas vão funcionar. 'Sem critérios claros, ou a pessoa se torna muito frouxa, ou vira um carrasco', diz Ênio.

Estilo

Ao assumir um cargo de liderança, muita gente acha que deve agir de outra forma. Isso é desnecessário. 'em vários casos, o executivo é promovido justamente por causa do perfil de liderança que já exercia sobre a equipe', diz Felipe Maluf, sócio da consultoria YCoach, de São Paulo.


Mantenha nos relacionamentos a mesma conduta que garantiu seu progresso. 'a única mudança deve ser o acréscimo de funções', diz Anderson Sant’Anna, do núcleo de desenvolvimento de liderança e pessoas da Fundação Dom Cabral, de Minas Gerais.

Respeito

Muitos se sentem desconfortáveis em manter relações mais próximas com a chefia. Respeite isso. Esse estranhamento dura apenas um tempo. Não tente obrigar ninguém a manter a mesma postura de antes.  'Alguns colegas se distanciaram no início', diz Erlon Lisboa, de 35 anos, que assumiu o cargo de gerente de auditoria e gestão de riscos da rede de lojas Marisa há dois anos.


Hoje, Erlon recuperou aos poucos a relação com seus antigos colegas. 'mostrei que as conversas do passado não seriam usadas contra ninguém', diz Erlon.

Vantagens

Liderar uma equipe composta de gente conhecida tem seus pontos positivos. Um deles é que um gestor oriundo do time conhece bem as características de cada um e sabe o que esperar em várias situações.


A proximidade também faz com que o profissional entenda as aspirações de seus antigos colegas — fundamental para manter a equipe satisfeita. 'O executivo deve conectar os objetivos futuros dos profissionais às metas do departamento que gerenciará', diz Marcia Vespa, da Leme Consultoria, de São Paulo.

Igualdade

É natural que se tenha relacionamento mais próximo com algumas pessoas. Quando a relação é entre o gestor e um subordinado, porém, a amizade pode criar desconfortos.


Para evitar isso, Estabeleça critérios sobre assuntos polêmicos, como concessão de prêmios e folgas, e faça com que eles valham para todos. Se o falatório continuar, chame a equipe para uma conversa e encontre os pontos que podem estar desagradando.


Em último caso, adote uma saída drástica, como buscar a transferência do amigo para outro setor.

Expansão

Preservar as relações construídas é importante, mas a promoção também permite ampliar o relacionamento com outras pessoas, porque,  depois disso, algumas confidências não podem ser feitas aos antigos colegas, como questões mais estratégicas. Mas não há mal em debater com alguns de seus novos pares ou superiores.


Será natural que a relação com essas pessoas se torne mais estreita. Mas aqui também vale o conselho de não forçar a amizade. Deixe que esses laços se estabeleçam naturalmente.

Exemplos

'Os líderes mais velhos já passaram por esse tipo de dilema', afirma Felipe, da YCoach. A observação pode mostrar que posturas seguir e quais evitar. O exemplo também pode vir de alguma experiência pessoal.



A supervisora de logística de uma empresa de serviços de saúde Samantha Troiano, de 32 anos, passou por isso. Antes de assumir seu cargo atual, ela já havia feito parte de uma equipe comandada por um colega. “No caso dele, o cargo subiu à cabeça e a experiência foi ruim”, diz. “mas Foi bom ter vivido isso para não fazer igual.” 

O importante mesmo é desenvolver um bom trabalho, em qualquer cargo que você estiver, pois o seu trabalho valerá muito para uma possível promoção. E, se você tiver boas relações, seus amigos irão torcer por você e ficarão felizes em trabalhar ao seu lado, como seus colaboradores. 




Fonte: Artigo publicado por Gabriel Ferreira, para o site Você S/A, ed. Abril/2015: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/201/noticias/virou-chefe-do-seu-amigo-veja-o-que-fazer. Acesso em 15/04/2015