quinta-feira, 8 de maio de 2014

NINGUÉM SE TORNA UM SECRETÁRIO EXECUTIVO DA NOITE PARA O DIA!



Devo confessar que por alguns momentos, cheguei a acreditar que para ser um Secretário Executivo bastava vontade e paixão, e o resto se tirava de letra.

Tarefas rotineiras, que executo há anos, de olho fechado, por alguns momentos, não foram valorizadas: por mim, por você, pelo Executivo, pela Empresa...

A verdade seja dita: Não se transforma um profissional em Secretário Executivo da noite para o dia. O simples tratamento de compromissos na agenda, a organização de uma viagem, o tratamento de assuntos que exigem atenção, devem e são função essencial de um SE. 

MAS acreditem: Há quem não saiba fazer, ou faça de forma incompleta e equivocada, essas simples atividades.

Sentar numa cadeira e assumir esse cargo vai além, exige não só dedicação, mas zelo, inteligência, maturidade profissional, capacidade intelectual, capacidade tecnológica, dentre outras características fundamentais.

Só aquele rostinho bonito e a maquiagem impecável??? by by..

Vamos nos aperfeiçoar e mesmo aquelas tarefas "rotineiras" e pouco valorizadas precisam ser colocadas em práticas, mas de forma correta e eficiente, porque como disse no início do texto, ninguém se torna um SE da noite para dia!!!



http://simararodrigues.blogspot.com.br/search?updated-min=2010-01-01T00:00:00-08:00&updated-max=2011-01-01T00:00:00-08:00&max-results=50 


quarta-feira, 7 de maio de 2014

CULPAR OS OUTROS PELOS NOSSOS FRACASSOS NÃO É SOLUÇÃO


Algumas pessoas conservam o péssimo hábito de jogar a culpa pelos seus fracassos nas costas de terceiros. Essa fuga da responsabilidade é bastante acentuada na maioria da população brasileira, habituada a sentir pena de si própria. O fato de responsabilizarmos alguém pelos nossos insucessos aplaca as nossas consciências e, ao mesmo tempo, nos induz a um permanente estado letárgico, sem qualquer poder de reação.

Essa tendência à auto condescendência explica, em parte, aquela famosa máxima, oriunda das hostes esquerdistas, segundo a qual a nossa miséria estaria associada, primeiramente à expropriação colonialista e, posteriormente, a um pseudo imperialismo, exercido principalmente pelos americanos do norte. De acordo com esse despautério, a nossa pobreza seria diretamente proporcional à riqueza do primeiro mundo.

O raciocínio tortuoso de que o nossa penúria é parte do legado colonial não resiste às evidências histórias, uma vez que países hoje desenvolvidos como Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Hong-Kong e até mesmo os riquíssimos Estados Unidos foram, outrora, colônias europeias, enquanto nações miseráveis como Etiópia, Libéria e Butão jamais foram colonizadas. Por outro lado, Espanha e Portugal, poderosos colonizadores do passado, não estão entre os países mais prósperos, enquanto a Alemanha, cujas aventuras colonialistas do século XX redundaram sempre em magníficos e onerosos fracassos, é hoje a nação mais opulenta da Europa.

Já a teoria imperialista, que pretende explicar as causas do nosso subdesenvolvimento através de um contínuo saque das nossas riquezas pelos ogros americanos, é de morrer de rir, pois parte do pressuposto que a riqueza do mundo é algo estático, pré-existente, que trocaria de mãos ao sabor da força ou da coação. Chega a ser patético que alguém possa defender tais teses mesmo sabendo que perto de 70% do PIB norte-americano são provenientes do setor de serviços. Além disso, se a economia deles equivale hoje a quase 20 vezes a nossa, basta um mínimo de bom senso e alguma isenção de raciocínio para verificar que não foi através da pilhagem das nossas vastíssimas reservas naturais que os ianques enriqueceram e progrediram. Desculpem a franqueza, mas parece piada achar que os caras construíram aquele PIB de trilhões de dólares à custa da exploração alheia. Ademais, é de uma presunção sem limites.

Enquanto continuarmos insistindo na confortável estratégia de jogar a culpa dos nossos reveses nos ombros alheios, definitivamente não chegaremos a parte alguma, pois permaneceremos incapazes de aprender com nossos próprios erros. É preciso entender, de uma vez por todas, que se o país é pobre, faminto e ineficiente, isto é resultado das nossas decisões e escolhas e não porque o imperialismo nos colocou nessa situação. Que eu saiba, ninguém apontou armas para a cabeça dos nossos mandatários e os obrigou a contrair dívidas imensas para pôr em prática projetos faraônicos e absolutamente sem sentido, como transamazônicas e outras beldades tupiniquins. Também não estou informado de qualquer algoz externo que nos tenha impelido a passar décadas emitindo moeda de forma irresponsável, gerando a hiperinflação mais duradoura de que se tem notícia, cujas consequências estamos colhendo até hoje. Não foi, tampouco, nenhuma mente alienígena quem produziu todos aqueles planos econômicos desenvolvimentistas mirabolantes, que marcaram o nosso passado recente de forma tão cruel.

Pelo contrário, tudo o que se fez neste país, certo ou errado, desde a sua independência, foi por moto próprio dos seus governantes e cidadãos. Culpar os outros pelo nosso fracasso é fugir das responsabilidades. Que culpa têm os ianques se conservamos o cadáver insepulto de Getúlio até hoje, mantendo inalterada uma legislação trabalhista retrógrada, cuja profusão de direitos e benefícios onera de tal maneira as contratações que acaba por desestimulá-las, no lugar de incentivá-las, como seria desejável? Por acaso foram eles que nos impuseram um sistema político e econômico caracterizado pelo gigantismo de um Estado paternalista, assistencialista, ineficiente, perdulário e insaciável, que através da sua sanha tributária inviabiliza a formação de poupança interna e, por consequência, os investimentos do setor produtivo?

Se, ao invés de perdermos tempo criando teorias malucas, salpicadas de despeito e inveja para explicar as nossas mazelas, focássemos a atenção no essencial, não seria difícil deduzir onde está a diferença. Comparem a nossa Constituição com a deles, por exemplo. Enquanto os malvados norte-americanos construíram a sua sociedade calcada no poder do indivíduo sobre o Estado, no mérito pessoal e no livre arbítrio, nós fizemos a opção pelo engodo demagógico do coletivismo, onde o Estado se sobrepõe ao indivíduo de forma latente e cada dia mais perverso.


Por: João Luiz Mauad


terça-feira, 6 de maio de 2014

A IMPORTÂNCIA DO LÍDER NA MOTIVAÇÃO DOS COLABORADORES


É indiscutível que uma equipe é reflexo da gestão de seu líder. E uma boa liderança, além de trazer os resultados, deve colaborar com o desenvolvimento e evolução de seus liderados. Com certeza, liderar não é uma tarefa fácil, pelo contrário, é um trabalho árduo, minucioso e que requer visão.

E uma das mais importantes funções do líder é motivar diariamente sua equipe. Um colaborador sem motivação pessoal ou profissional não tem comprometimento ou interesse com os objetivos traçados, gerencia seu tempo de forma inadequada e tudo isso resulta em uma baixa produtividade.

Portanto, o líder deve estar sempre preparado para motivar. Veja algumas dicas para motivar seu colaborador:

Mantenha bons relacionamentos: uma pesquisa realizada em 2011 e no ano passado revelou que ter um bom relacionamento interpessoal com colegas de trabalho e com superiores está no topo de itens que mais influenciam positivamente a motivação dos colaboradores.

Atenção individualizada: cada membro da equipe tem habilidades e talentos individuais. Do mesmo modo, possui suas próprias expectativas e desejos pessoais e profissionais. Sendo assim, todos devem ser tratados de forma individual pelo líder, e este deve buscar alinhar os anseios do colaborador com os objetivos da empresa.

Delegue: a atitude de transferir autoridade aos colaboradores faz com que se sintam parte do projeto e fiquem mais engajados. Lembre-se que delegar não é transferir responsabilidade, na verdade é transferir autoridade a uma pessoa apta técnica e emocionalmente para a demanda.

Dê feedback: esta é uma maneira do líder reconhecer um trabalho bem feito, evidenciar as qualidades do liderado, como também um modo assertivo de corrigir falhas técnicas e de comportamento, através de sua instrução. Sempre que possível faça um elogio em público, e caso não seja, chame o colaborador para receber o feedback reservadamente.

O Coaching melhora a liderança e a capacidade de levar a equipe aos bons resultados. Um líder Coach sabe motivar diariamente, planejar as metas, delegar, acompanhar e conduzir tarefas; compartilha seus conhecimentos, desenvolve seus profissionais e mostrar o quão cada colaborador é importante para o alcance dos resultados.

http://www.ibccoaching.com.br/blog/motivacao-pessoal/a-importancia-do-lider-na-motivacao-dos-liderados-ou-colaboradores/




segunda-feira, 5 de maio de 2014

COMO LIDAR COM PESSOAS MAL-HUMORADAS NO TRABALHO?







Eles estão em todos os lugares, os mal-humorados parecem nunca sorrir, reclamam de tudo e todos, qualquer coisa é motivo de incomodo e irritação, e eles fazem questão de expor isso. É fácil identificar ‘o rabugento’ da equipe. Suas principais características são:

Não cumprimenta, não faz contato visual e sequer esboça um sorriso ao falar, além disso, usa expressões irritadiças quando vê alguém se aproximando (sim, pode ser qualquer pessoa);

Manda emails curtos e grossos – sutilezas não são do seu feitio, nunca;

Quando é designado a realizar alguma atividade, geralmente responde com irritação extrema e 
parece que toma como afronta pessoal.

Por que os mal-humorados são mal vistos

Ironicamente, o rabugento não gosta de ser visto como o chato da turma. Normalmente, ele é tratado pelos demais com ressalva, afinal ninguém quer “levar uma patada”, com receio de mais negatividade. Até o gestor sente dificuldade em acompanhar a carreira do profissional que tem esse comportamento. Ele pode, inclusive, não ser promovido, já que é difícil dar um feedback sobre seu trabalho, pois é pouco flexível e dificilmente mudará de atitude.

Para o consultor, o custo de ter um colaborador mal-humorado no time é alto, mesmo que ele faça um bom trabalho. Camaradagem e colaboração são fundamentais para o trabalho em equipe, e ninguém quer trabalhar com alguém que nunca está disposto a ouvir, o que resulta em mais trabalho para todo mundo.

Como lidar com o colega mal-humorado

Os rabugentos são pessoas que querem mais do que qualquer outra coisa serem reconhecidos e respeitados sendo quem eles são. No entanto, eles têm receio em confiar em outros, não suportam expor vulnerabilidade e, consequentemente, adoram ter controle emocional. Como resultado, eles usam sua personalidade “mal-humorada” para manter os demais à distância, e ter controle sobre seu trabalho e seu espaço.

Então, ao invés de ignorar um colega de trabalho mal-humorado ou tornar-se impaciente com ele, por que não tentar ajudá-lo a ter um dia mais feliz?
Aqui estão algumas dicas sobre como conviver com um colega rabugento:

Não fique na defensiva, respeitei-o e tenha certeza de que ele te respeita também. Ele não é o que parece ser o tempo todo, tenha isso em mente. Algumas pessoas têm problemas com a vida, que são refletidos em seu temperamento, e quanto 
mais você entender, melhor lidará com isso.

Estabeleça os limites corretos,  crie limites saudáveis ​​sempre que você tenha que trabalhar com ele. Não seja injusto apenas por causa do seu 
mau humor.

Não faça fofoca,  seu colega de trabalho pode ser uma pessoa muito difícil de lidar, mesmo assim, não faça fofoca sobre ele. Você só vai trazer mais negatividade para o ambiente de trabalho. Além disso, às vezes esse colega pode já estar sabendo que é motivo de fofoca e por isso continua amargo com todo mundo.

Seja paciente,  certifique-se de que você não reaja de forma hostil quando se aproxima dessa pessoa. Veja se ela também não se incomoda com essa aproximação.

Tente falar sobre o comportamento com a pessoa e ofereça ajuda. Se ela não quiser, não insista, permaneça aberto caso surgir um interesse futuro.

http://recursoshumanosnarede.com/como-lidar-com-pessoas-mal-humorada-trabalho/

sábado, 3 de maio de 2014

HÁBITOS DE PESSOAS EMOCIONALMENTE INTELIGENTES



A inteligência emocional é uma das ferramentas mais importantes para o sucesso de qualquer pessoa, em qualquer área. Isto é o que dizem especialistas, como o empreendedor Eric Schiffer. Em recente artigo para o Business Insider, ele ressalta que, diferente do que o senso comum costuma pregar, a inteligência emocional é um fator fundamental para um empreendedor e está longe de dizer respeito apenas a relacionamentos amorosos. "Na verdade", diz Schiffer, "as mesmas regras para se dar bem nos negócios podem ser usadas para o amor".

Confira a lista de 5 hábitos que pessoas com controle sobre suas emoções utilizam para ter sucesso tanto no trabalho como em sua vida pessoal, segundo Schiffer:

1 - Seguir ações em vez de palavras

"Quando contrato alguém, não ligo muito para o que suas bocas falam sobre negócios ou trabalho duro. Pelo contrário, foco no que elas realmente percorreram: Essas pessoas seguem prazos? Prospectam negócios? Fecham acordos? O que elas estão fazendo em vez de falando?", ressalta Eric.

Nos assuntos pessoais e no mundo dos negócios, falar é fácil. Agir é o mais difícil.

2 - Tenha controle de si

Todas as pessoas possuem sentimentos e, às vezes, coisas pequenas tomam forma de bolas de neve e se tornam coisas grandes, sem nenhuma necessidade. Pessoas emocionalmente inteligentes sabem quando estão prontas para entrar em colapso e percebem antes de explodirem.

Alguém interrompeu você durante uma reunião? Schiffer diz que parar para pensar um pouco na situação é sempre a melhor solução. "Não planeje uma vingança imediata ou reclame sobre o que aconteceu, pense que, talvez, a pessoa esteja abalada por problemas pessoais em casa. Talvez ela se sinta diminuída ou escanteada pelo chefe e esteja tentando compensar de forma exagerada. Seja superior à situação e dê a todos o benefício da dúvida. Nem sempre é algo com você", diz Eric.

As mesmas regras funcionam na sua vida amorosa e nos seus negócios. "Todos têm dias ruins, todos têm seus problemas. Só porque seu parceiro não está com vontade de dançar, não significa que ele tem vergonha de ser visto com você, ou que você não deveria sair com ele de novo. Não leve um incidente ou um dia ruim como uma verdade universal e siga em frente", comenta Schiffer.

3 - Foque em seus objetivos

Para ser bem sucedido na vida e nos negócios, ter a visão focada no objetivo maior é fundamental. "Ou seja", diz Eric, "não se preocupe com todas as pequenas coisas que possam aparecer pelo caminho como se fossem as maiores dificuldades do planeta". E ele continua: "Quando você tem o objetivo maior como sua prioridade máxima, é mais fácil de negociar com um cliente difícil, criar parcerias lucrativas para ambos e focar suas energias no que é mais importante, em vez de se preocupar com pequenas perturbações".

"Isso serve para relacionamentos também. Se um compromisso longo com seu companheiro é sua principal prioridade, então você está menos sujeito a focar nas coisas insignificantes do dia a dia. Até problemas grandes, como o uso do dinheiro ou a educação dos filhos, são negociados de forma mais fácil quando os dois estão focados na colaboração e na convivência", afirma Eric.

4 - Limpe-se das impurezas emocionais

Negócios bem sucedidos se alimentam de boas energias, e pessoas negativas podem destruir uma empresa. "Empresários com inteligência emocional sabem que existem pessoas positivas o suficiente no mundo para que não seja necessário ter que lidar com as pessoas de energia tóxica. Até mesmo pessoas competentes podem cair no rendimento caso sejam manipuladoras, combativas ou negativas no ambiente de trabalho", diz Eric.

A regra vale tanto para sua vida amorosa quanto para suas relações de negócio. "Se alguém consome suas energias ou faz você se sentir mal com você mesmo, junte forças e siga em frente. Pessoas emocionalmente inteligentes não têm tolerância para pessoas que não são sinceras, críticas demais, carentes em excesso ou tenham vícios poderosos. Existem pessoas que são melhores fora da sua vida", aconselha Eric.

5 - Mantenha contato

"Só porque um relacionamento chegou ao fim, não significa que a ponte precisa ser destruída. Mesmo que um acordo ou sociedade acabe de forma amarga, pessoas emocionalmente inteligentes se esforçam para manter uma conexão positiva. Nunca se sabe quando você vai encontrar seu ex-sócio, ou pior, precisar dessa pessoa no futuro", diz Eric.

Um relacionamento não durar a vida inteira, não significa que as duas partes precisam se tornar inimigas com o fim dele. Na maioria das vezes, relacionamentos têm seus fins motivados por diferenças ou circunstâncias. "Quando a ponte ainda está disponível, mais oportunidades para melhorar suas experiências irão aparecer”, completa Schiffer.



http://administradores.com.br/noticias/carreira/5-habitos-de-pessoas-emocionalmente-inteligentes/87173/  

sexta-feira, 2 de maio de 2014

"ELOGIO E INVEJA" NO AMBIENTE PROFISSIONAL. É POSITIVO OU NÃO?





É do senso comum no ambiente empresarial que o líder sempre deve elogiar o colaborador em público. Demonstrar reconhecimento ajudaria a replicar boas práticas e comportamentos. Mas será que isso realmente acontece? Porem elogios feitos em público pode ser danoso ao ambiente corporativo. as pessoas que estão próximas ao elogiado passam a invejá-lo e se ressentem com quem está dando o elogio. Neste caso elogio só será bom quando feito a portas fechadas.


Alguns Consultores não concordam plenamente com a tese. E afirma que o elogio só causará inveja na equipe se houver algo de errado no ambiente de trabalho. Isso pode significar falta de harmonia. Uma equipe bem preparada e que tem objetivos bem claros saberá ver de forma positiva o elogio. Ela entenderá que ele é o caminho para o crescimento de todo um projeto.


O estimulo que os elogios podem gerar na equipe pode servir para o gestor avaliar até que ponto um pouco de inveja pode ser positivo para os colaboradores saírem do lugar. Se o elogio é feito de forma imparcial e referindo-se a um ponto factível, pode servir como fator motivador a todos na empresa.


Acredito que os elogios feitos em público são mais positivos do que negativos Deste que feito de forma adequada. Eles geram uma competição sadia dentro da empresa. Quando um colaborador ouve um colega ser elogiado, ele se perguntará do por que do elogio e buscará por ele também.


O lado ruim do elogio aparece quando o colaborador não está preparado para recebê-lo. O elogio pode subir à cabeça, gerando resultados negativos para a empresa. Para evitar que o elogio a um funcionário alimente a inveja de outros, é preciso investir no desenvolvimento dos líderes e na forma como eles lidam com seus comandados. “É preciso buscar medidas para que todos se sintam mais iguais”.

https://www.google.com.br/#q=elogiar+funcion%C3%A1rios+no+ambiente+corporativo

quinta-feira, 1 de maio de 2014

O TRABALHO NOSSO DE CADA DIA






Nesta quinta-feira, (01/05), comemora-se o dia do Trabalhador no Brasil e em diversos outros países. A data é uma homenagem a todos aqueles, que passam grande parte de suas vidas dedicando-se às suas atividades profissionais.

Em maio de 1886, em Chicago nos Estados Unidos, aconteceu uma manifestação de trabalhadores, protestando contra a sobrecarga de trabalho, que na época ultrapassava treze horas. O evento, conhecido como a Revolta de Haymarket, que durou alguns dias, resultou na morte de alguns manifestantes, que entraram em confronto com a polícia.

A partir daí, as organizações em prol dos trabalhadores foram surgindo no mundo todo. E em 1919, em Paris, foi instituída a jornada de 8 horas diárias de trabalho, e ainda o dia 1º de maio como o Dia do Trabalhador, escolhido devido a data que iniciou a Revolta de Haymarket.

Hoje, o 1º de maio é comemorado em diversos países, e é quando se homenageia as conquistas dos trabalhadores ao longo dos anos, além de ser uma data simbólica em que se reivindica outros benefícios e direitos.

Nossa relação com o trabalho

Passamos um terço de nosso dia dedicando-nos a atividades profissionais, isso durante cerca de 30 a 35 anos, em média. Por isso devemos ter prazer em nosso trabalho.

Quando escolhemos nossa profissão e até mesmo um lugar para trabalhar, precisamos que eles sejam congruentes com nossos valores e crenças, assim como nossas expectativas, sejam elas profissionais ou pessoais.

“Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida.” A célebre frase do filosofo Chinês, Confúcio, faz muito sentido, pois para dedicar tantas horas por dia, e tantos anos de nossa vida, é preciso fazer algo que realmente traga satisfação e plenitude.

Nesse sentido, convidamos você a refletir sobre sua carreira, sobre sua profissão. Você está satisfeito com seu trabalho? Você é realizado profissionalmente? Sua carreira está alinhada com sua vida pessoal? Como você se vê daqui 5 anos? E daqui a 10?

Se você não está satisfeito com seu trabalho, o que você precisa fazer efetivamente para mudar isso? E se está satisfeito, o que pode fazer para melhorar e continuar neste caminho?

E nesse dia 1º de maio, dia do trabalhador, o que você tem a comemorar? Quais foram suas conquistas? E quais serão as futuras realizações que você está planejando comemorar?

Faça uma análise, coloque tudo no papel e parta para ação. Nós somos resultados das nossas escolhas, e nossas conquistas fruto do nosso trabalho. Então comemore!

Feliz Dia do Trabalhador!


http://www.ibccoaching.com.br/blog/o-trabalho-nosso-de-cada-dia/ 

quarta-feira, 30 de abril de 2014

O MITO DO PROFISSIONAL MULTITAREFAS


Durante muito tempo, Ana acreditou ser uma profissional multitarefa, desenvolvia uma, duas ou até três coisas ao mesmo tempo. Sentia orgulho em dizer que era ótima em desempenhar várias coisas de uma só vez, sem perder um único detalhe.
O que Ana não percebia, no entanto, era que por mais que se esforçasse, acabava sempre esgotada e com uma sensação de insatisfação. Ao longo do tempo, Ana acabou estressada, sentindo-se a cada dia uma profissional extremamente sobrecarregada e completamente infeliz.
A capacidade de ser multitarefa é algo muito difundido atualmente, e isso fica ainda mais evidente no ambiente feminino, corroborado por teorias evolutivas. Não ignoro, nem desprezo a teoria da evolução, mas por outro lado, não deixo de contrapor essa teoria com neurociência.
Acredito que independente de gênero, devemos aceitar o fato de que o cérebro humano, simplesmente, não foi feito para realizar diversas tarefas ao mesmo tempo - ele é fisicamente incapaz de processar mais de um tipo de informação de cada vez.

O máximo que se pode é fazer várias coisas de modo precário, sobrecarregando a mente para acompanhar tudo. Para ser mais produtivo é importante aceitar o fato de que não se pode fazer todas ao mesmo tempo de maneira excelente – e isso é uma questão de escolha.
O que ocorre é que quando se realiza varias coisas ao mesmo tempo, se deixa de entrar em contato profundo com cada uma delas, é como se a atenção flutuasse pelas responsabilidades sem entrar em contato total com aquilo que é realizado, como uma espécie de “modo automático”. O que hoje é considerado uma capacidade de multitarefa, tem uma denominação menos glamorosa, porém mais realista, é a chamada atenção dividida.
Por meio de uma série de experimentos, cientistas descobriram que a troca constante de uma atividade para outra, ativa áreas do cérebro ligadas ao processamento visual e coordenação motora, desativando outra área importante chamada de pré-frontal, responsável pelas ações de pensamento e planejamento estratégico.
Fazer várias coisas ao mesmo tempo ativa áreas motoras porque você precisa ver e fazer, e desativa áreas responsáveis pelo planejamento, reduzindo assim a capacidade de desempenho para atividades intelectuais – a energia mental acaba sendo utilizada para se concentrar no ato de estar concentrado em detrimento daquilo que se deveria estar focado.
Em outras palavras, ao tentar ser multitarefa, o máximo que se consegue é ficar menos inteligente. Um estudo realizado para Hewlett-Packard que explorou o impacto de múltiplas tarefas no desempenho dos empregados, revelou que o QI profissional cai em media 10 pontos quando se trabalha em modo multitarefa, mais que o dobro da queda de 4 pontos que ocorre com o QI de uma pessoa que fuma maconha ou o equivalente à perda de uma noite de sono.
É uma grande contradição contemporânea – ao tentar fazer tudo ao mesmo tempo o que se consegue de fato é ficar mais lento e menos produtivo, além de aumentar o estresse, pois também eleva os níveis de cortisol e adrenalina, além de prejudicar o metabolismo, contribuindo para o envelhecimento precoce.

Se em curto prazo realizar várias coisas pode trazer confusão, cansaço e afetar a habilidade de pensar, claramente, em longo prazo, os efeitos podem ser ainda mais prejudiciais.
Não caia no mito de ser multitarefa, se esta é a sua solução para dar conta das inúmeras responsabilidades que desempenha ao longo da vida, você pode estar pagando um preço muito alto, por algo que nem sempre sai como o esperado, justamente, pelo fato de não ter o tempo necessário para se dedicar profundamente naquilo que realmente vale a pena.
Procure realizar uma coisa de cada vez, elabore lista de tarefas, estabeleça metas diárias e semanais se for o caso, mas não caia na ilusão da multitarefa e na rotina desvairada do fazer mais coisas ao mesmo tempo.
Acredite que mais do que fazer, é importante fazer bem feito e de maneira satisfatória, com qualidade não só nos resultados do trabalho, mas na vida de uma maneira geral.