segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

QUANDO A MENTE E OS DADOS SE ENCONTRAM: A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NO GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÕES ESTRATÉGICAS

 



 ACIMARLEIA CORREIA                           

No cenário corporativo atual, as informações são o ativo mais valioso de uma organização. Entretanto, saber gerenciar dados estratégicos não se limita a técnicas ou sistemas. Envolve, sobretudo, pessoas — e é nesse ponto que a Inteligência Emocional (IE) se torna um diferencial indispensável.

O profissional de Secretariado Executivo, ao lidar diariamente com decisões confidenciais, relatórios e comunicações sensíveis, precisa muito mais do que competência técnica. É necessário equilíbrio emocional, empatia e autocontrole para lidar com pressões, conflitos e demandas urgentes sem comprometer a precisão das informações ou a confiabilidade de sua atuação.

Desenvolver inteligência emocional no gerenciamento de informações estratégicas significa:

  • Reconhecer e regular as próprias emoções antes de agir, evitando decisões precipitadas.
  • Compreender as emoções dos outros, facilitando o diálogo entre líderes, equipes e setores.
  • Manter o foco e a serenidade, mesmo diante de sobrecarga informacional.
  • Proteger a confidencialidade com responsabilidade e sensibilidade ética.

A junção entre racionalidade analítica e sensibilidade emocional é o que transforma o secretário executivo em um agente estratégico confiável, capaz de interpretar o contexto, antecipar necessidades e fortalecer a governança informacional da instituição.

Em tempos em que a tecnologia processa dados em segundos, o verdadeiro diferencial humano está em como reagimos, decidimos e comunicamos. E é exatamente aí que a inteligência emocional faz toda a diferença.