domingo, 29 de dezembro de 2013
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
RESOLUÇÃO DE CONFLITO NO AMBIENTE DE TRABALHO
Conflito é um fenômeno próprio das relações interpessoais,
ele é parte da existência humana, essencial para o processo evolutivo da
humanidade e para transformação social. O conflito é uma situação comum que
decorre devido às diferenças individuais ou grupais.
Conflito é um fenômeno próprio das relações interpessoais,
ele é parte da existência humana, essencial para o processo evolutivo da
humanidade e para transformação social. O conflito é uma situação comum que
decorre devido às diferenças individuais ou grupais. Eles acontecem por causa
de posições divergentes em relação a algum comportamento, necessidade, ou
interesse comum. A resolução do conflito exige negociação, ou seja, é
necessário um acordo de ambas as partes. Não podendo haver um ganhador ou
perdedor, porém ambos devem sair de um conflito como ganhadores.
Quando, por diversas razões, o indivíduo não consegue
encontrar resposta para o conflito, surge uma situação de frustração. Perante
tal frustração, existem diversas formas de respostas ao conflito, como por
exemplo, a agressividade.
Uma técnica poderá ser utilizada para reduzir tensões entre
as pessoas. Esta técnica é designada por DESC (Descrever, Expressar, Sugerir e
Consequências). Trata-se de um método que pressupõe a negociação, como base do
entendimento. DESCREVER de uma forma tão precisa e objetiva quanto possível;
EXPRESSAR o que pensa e sente em relação ao comportamento, sentimentos,
preocupações, desacordos ou críticas; SUGERIR uma forma realista de modificar o
comportamento; CONSEQUÊNCIAS benéficas da nova atitude proposta. Esta técnica
pode ser utilizada nos casos como: Quando é preciso dizer qualquer coisa
desagradável a alguém; Quando é necessário dizer "não" à aquilo que
alguém pede; Quando se é criticado; entre outras situações.
Qualquer que seja a forma que o conflito assuma, em todos os
casos ele "rouba" dos profissionais a atenção e a energia que
normalmente seriam dedicadas às atividades na organização, é por isso que é
entendido hoje como um problema.
Os gestores acabam acreditando que todo conflito seja ruim e
que por isso deva ser banido. Porém para algumas organizações, os conflitos
podem representar uma oportunidade de desenvolver e aprimorar a consciência
crítica de sua equipe, levando ao diálogo em busca de soluções mais criativas
para os problemas e desafios corporativos. Nestes casos, a liderança opta por
colocar em prática um modelo de gestão que valoriza suas ideias e explora a
capacidade criativa das pessoas, promovendo melhorias e inovações.
As pessoas são distintas, pois diferem na maneira de agir,
pensar, perceber e sentir. As diferenças individuais são, portanto, inevitáveis
com suas consequentes influências nas dinâmicas interpessoais, mas estas
diferenças não podem ser consideradas inerentes boas ou más, pois algumas vezes
trazem benefícios ao grupo e outras prejuízos, reduzindo- lhe a eficiência. A
maneira de lidar com situações conflituosas é essencial para as pessoas e às
organizações como sendo fonte geradora de mudanças, pois destas situações e dos
diferentes interesses das partes envolvidas é que nascem oportunidades de
criatividade, novas ideias e crescimento mútuo.
Vânia Borges, aluna da Universidade Mogi das Cruzes,
cursando Gestão de Recursos Humanos.
domingo, 22 de dezembro de 2013
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
OS 10 COMPORTAMENTOS MAIS INADEQUADOS NO TRABALHO
Perder a compostura no trabalho pode ser mais prejudicial do que se possa imaginar. Além de conquistar a má fama entre os colegas, o profissional que adota atitudes consideradas inadequadas pode comprometer a sua carreira. Para ajudar os profissionais que se importam com as regras de etiqueta e que não abrem mão de manter uma imagem positiva na organização onde atua o Yahoo! Consultaram especialistas que ajudaram a listar dez comportamentos que devem ser evitados no ambiente de trabalho – e até mesmo na vida pessoal.
1. Falar mal da empresa em que trabalha
Além
de indiscreto esse tipo de comportamento pode afetar ou prejudicar a
organização que você mesmo trabalha, uma vez que pode interferir na motivação
dos colegas de trabalho. “Isso coloca o funcionário em uma posição complicada e
revela insatisfação profissional, que pode ser agravada quando chega de forma
errada ao ouvido de terceiros ou da chefia. Quando houver alguma crítica
construtiva à empresa, o mais indicado é que o profissional se posicione de
forma estruturada e utilize o canal correto, no caso, seu gestor imediato”,
alerta Bárbara Will, diretora de recrutamento da Business Partners Consulting.
2. Fofocas sobre
colegas de trabalho
Considerada uma das piores atitudes no meio corporativo, reclamar e falar
mal de terceiros atrapalha o trabalho dos outros, além de expor os colegas e a
própria pessoa que faz a fofoca, que pode facilmente ser vista como alguém nada
confiável.
3. Falta de
pontualidade
É claro que contratempos acontecem, mas atrasos frequentes prejudicam e
interferem nas atividades de outras pessoas do grupo, impactando no negócio e
na relação de trabalho. A especialista em etiqueta corporativa Licia Egger
ressalta que este quesito não inclui somente a pontualidade física, mas também
cumprimento de prazos e comprometimento em responder e-mails e telefonemas.
4. Críticas em público
Para Bárbara, o gestor nunca deve dar feedbacks negativos a um profissional em
público, e sim de forma reservada, para evitar a exposição desnecessária do
funcionário. “Dar feedbacks diante de outras pessoas pode ser importante quando
se trata de um reconhecimento, um elogio, porque além de motivar e reforçar o
profissional estimula e dá exemplo aos demais”, complementa. Este comportamento
é igualmente antipático e inapropriado para colaboradores em relação a outros
colegas.
5. Utilizar objetos
e/ou material de colegas de trabalho sem permissão prévia
Bárbara afirma que deve-se sempre solicitar emprestado e apenas utilizar aquilo
que lhe for permitido. Existem pessoas que não se importam em dividir determinados
materiais, mas outras não se sentem confortáveis. “É importante respeitar o
estilo e forma de ser dos colegas para que se crie um ambiente harmonioso e
produtivo”, orienta.
6. Comunicação
grosseira
Falar alto e abusar do uso de palavrões e gírias são considerados hábitos
deselegantes. Falar alto, por exemplo, pode prejudicar o foco e atenção dos que
estão por perto. Gírias e/ou palavrões, ainda que o ambiente de trabalho seja
mais descontraído, devem ser evitados, pois não condizem com uma postura profissional
adequada. Cezar Tegon, diretor de novos projetos da Associação Brasileira de
Recursos Humanos (ABRH-Nacional), acrescenta que é preciso ser educado e manter
a compostura mesmo quando a situação for grave.
7. Mau humor
Ninguém gosta de conviver com alguém que passa o dia reclamando de tudo; a
atitude costuma deixar o ambiente pesado e tornar a convivência difícil.
Por isso, é muito mais saudável reclamar menos e avaliar se o comentário é
realmente interessante para os demais antes de fazê-lo.
8. Mentira
A especialista em coaching Suzana Azevedo aconselha que, mesmo na melhor das
intenções, faltar à verdade pode comprometer a credibilidade, a carreira e a
relação com colegas, chefias e clientes. Lícia acrescenta que a falsidade
também é capaz de prejudicar – e muito - os vínculos trabalhistas.
9. Desrespeito ao “Descorde”
Para Bárbara, ainda que a cultura da empresa seja mais informal e que não
exista na empresa um código de etiqueta e vestimentas, é sempre
importante que cada profissional se preocupe em estar alinhado com roupas
adequadas ao ambiente de trabalho. Já Tegon aconselha que o colaborador procure
entender a cultura da empresa, como se colocar, como se vestir e como se
comportar. “Em instituições financeiras é inadmissível alguém trabalhar de
bermuda, já em uma empresa de web, a maioria vai de bermuda, e neste caso é
estranho alguém vestir terno e gravata”, exemplifica.
10. Tratar de assuntos pessoais
constantemente
Além de grande exposição da vida privada, cuidar de questões íntimas prejudica
o foco e resultados do profissional. “Pagar contas, falar com os filhos, ir ao
médico, navegar nas redes sociais faz parte do dia a dia, mas cuidado para
essas atividades não tomarem seu tempo todo e você só trabalhar nas horas
vagas. Primeiro a obrigação, depois as necessidades pessoais”, explica Tegon.
A especialista em coaching Susana Azevedo lembra ainda que o comportamento
correto deve ser baseado no bom senso. “Educação e respeito ao próximo são
essenciais para a convivência, seja no ambiente familiar, seja no trabalho. É
muito importante pensar sobre suas atitudes em nível de impacto; toda ação tem
uma reação”, finaliza.
Além de indiscreto esse tipo de comportamento pode afetar ou prejudicar a
organização que você mesmo trabalha, uma vez que pode interferir na motivação
dos colegas de trabalho. “Isso coloca o funcionário em uma posição complicada e
revela insatisfação profissional, que pode ser agravada quando chega de forma
errada ao ouvido de terceiros ou da chefia. Quando houver alguma crítica
construtiva à empresa, o mais indicado é que o profissional se posicione de
forma estruturada e utilize o canal correto, no caso, seu gestor imediato”,
alerta Bárbara Will, diretora de recrutamento da Business Partners Consulting.
Por Tainah
Fernandes
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
CARREIRA PROFISSIONAL E SEUS DESAFIOS
O profissional moderno só se torna mais forte à medida que
enfrenta novos desafios a cada dia nas mais diversas situações.
Sempre é bom lembrar que para ser bem sucedido em qualquer
profissão é necessário que a pessoa:
- Comunique-se com eficiência.
- Saiba lidar com conflitos internos e externos.
- Tenha metas bem definidas.
- Relacione-se com inteligência.
- Aprenda algo novo todos os dias.
- Pratique o marketing pessoal com eficiência.
O profissional que no seu dia-a-dia já pratica as dicas
citadas acima, já tem um potencial a mais do que aqueles que não praticam.
Mas só isso não é tudo. É preciso muito mais.
É necessário ter uma visão global de tudo que acontece ao
seu redor, bem como estar o tempo todo antenado com o que acontece com a sua
profissão e/ou seu ramo de negócio.
Sempre é importante lembrar que as pessoas munidas de
informação – aquelas que leem com frequência, participam de cursos, seminários
e de eventos sociais – estão muito à frente daquelas que estão paradas no tempo
e no espaço sem se darem conta que tudo neste mundo globalizado está
acontecendo rápido demais e o profissional que tiver curiosidade e disposição
para estar sempre aprendendo coisas novas terá muito mais chance de progredir
na sua carreira profissional.
E você, o que pretende fazer de diferente em 2014 para que
sua carreira profissional possa brilhar ainda mais?
Pense nisso com muito carinho.
POR: Eugênio Sales Queiroz
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
DEZ PASSOS PARA RESOLVER CONFLITOS NO TRABALHO
Deixar um problema sem solução no emprego pode destruir a
sua motivação e o desenvolvimento da sua carreira. Aprenda a lidar com os
conflitos no ambiente de trabalho e sair dessa situação da melhor maneira
possível
Conflitos no trabalho são mais comuns do que parecem e, em
muitos casos, são os grandes motivadores para que as pessoas desistam do
emprego
Conflitos no trabalho são mais comuns do que parecem. Em
muitos casos são os grandes motivadores para que as pessoas desistam dos seus
empregos. No entanto, é preciso saber que fugir não vai ajudar você a
desenvolver sua carreira. O ideal é que você seja capaz de resolver os seus
conflitos de maneira passiva. Aprenda a fazer isso com dez passos simples:
1. Hora certa
Decida qual é o melhor momento para confrontar a pessoa que
está incomodando você. O ideal é que você faça isso de maneira direta e sutil,
não fique jogando indiretas.
2. Educação
Seja educado e racional ao conversar com a pessoa. Fique
calmo e procure manter o foco na situação e nos fatos. Deixe de lado as
fofocas e ataques pessoais.
3. Assertividade
Seja muito cuidadoso para não expressar hostilidade durante
a conversa. Fique atento a sua postura, expressão facial e tom de voz. Você
precisa ser assertivo sem partir para a agressividade.
4. Paciência
Seja paciente e não tente ser o dono da razão. Escute o que
a outra pessoa tem a dizer e seja crítico quanto a isso. Certifique-se de que
você entendeu a posição dela antes de fazer qualquer julgamento.
5. Interesse
Deixe claro para a pessoa que você está interessado no que
ela tem a dizer e peça a ela o mesmo tipo de comportamento. Você não precisa
concordar ou discordar do que ela tem a dizer, mas deixe claro que você vai
ouvi-la de toda maneira.
6. Clareza
Se comunique de maneira clara. Não deixe dúvidas sobre a sua
posição e ofereça soluções para o problema. Entretanto, lembre-se de ser
flexível ao ouvir o lado da pessoa com quem está conversando.
7. Superiores
Comunique aos seus superiores se você vem tendo alguma
dificuldade de relacionamento com os seus colegas de trabalho. Talvez o
problema possa ser resolvido de maneira mais eficiente por alguém fora da
situação. Mas evite parecer fofoqueiro, isso não vai ajudá-lo.
8. Motivação
Antes de criar uma tempestade em copo d’água procure
entender o que levou a pessoa a criar um conflito com você. Se você souber
quais foram suas motivações conseguirá resolver o problema de maneira muito
mais simples e efetiva.
9. Pressão
Se você ceder às pressões das pessoas no trabalho,
provavelmente vai ser muito mais vulnerável aos conflitos. Seja firme e saiba
quando deve ou não se movimentar para realizar tarefas de terceiros.
10. Reclamações infundadas
Procure não ser paranoico ou se fazer de vítima em qualquer
que seja a situação. Em muitos casos o conflito pode estar acontecendo apenas
na sua cabeça. Portanto, procure ficar atento aos comportamentos dessa pessoa
para identificar a existência de um possível conflito.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
O QUE É ASSÉDIO MORAL?
Assédio moral ou Violência moral no trabalho não é um fenômeno
novo. Pode-se dizer que ele é tão antigo quanto o trabalho.
A novidade reside na intensificação, gravidade, amplitude e banalização do fenômeno e na abordagem que tenta estabelecer o nexo-causal com a organização do trabalho e tratá-lo como não inerente ao trabalho. A reflexão e o debate sobre o tema são recentes no Brasil, tendo ganhado força após a divulgação da pesquisa brasileira realizada por Dra. Margarida Barreto. Tema da sua dissertação de Mestrado em Psicologia Social.
A primeira matéria sobre a pesquisa brasileira saiu na Folha de São Paulo, no dia 25 de novembro de 2000, na coluna de Mônica Bérgamo. Desde então o tema tem tido presença constante nos jornais, revistas, rádio e televisão em todo país. O assunto vem sendo discutido amplamente pela sociedade, em particular no movimento sindical e no âmbito do legislativo.Em agosto do mesmo ano, foi publicado no Brasil o livro de Marie France Hirigoyen "Harcèlement Moral: la violence perverse au quotidien". O livro foi traduzido pela Editora Bertrand Brasil, com o título Assédio moral: a violência perversa no cotidiano.
Atualmente existem mais de 80 projetos de lei em diferentes municípios do país. Vários projetos já foram aprovados e, entre eles, destacamos: São Paulo, Natal, Guarulhos, Iracemápolis, Bauru, Jaboticabal, Cascavel, Sidrolândia, Reserva do Iguaçu, Guararema, Campinas, entre outros. No âmbito estadual, o Rio de Janeiro, que, desde maio de 2002, condena esta prática. Existem projetos em tramitação nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraná, Bahia, entre outros. No âmbito federal, há propostas de alteração do Código Penal e outros projetos de lei.
O que é humilhação?
Conceito: É um sentimento de ser ofendido/a, menosprezado/a, rebaixado/a, inferiorizado/a, submetido/a, vexado/a, constrangido/a e ultrajado/a pelo outro/a. É sentir-se um ninguém, sem valor, inútil. Magoado/a, revoltado/a, perturbado/a, mortificado/a, traído/a, envergonhado/a, indignado/a e com raiva. A humilhação causa dor, tristeza e sofrimento.
E o que é assédio moral no trabalho?
É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.
Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associados ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, frequentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o 'pacto da tolerância e do silêncio' no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, 'perdendo' sua autoestima.
O desabrochar do individualismo reafirma o perfil do 'novo' trabalhador: 'autônomo, flexível', capaz, competitivo, criativo, agressivo, qualificado e empregável. Estas habilidades o qualificam para a demanda do mercado que procura a excelência e saúde perfeita. Estar 'apto' significa responsabilizar os trabalhadores pela formação/qualificação e culpabilizá-los pelo desemprego, aumento da pobreza urbana e miséria, desfocando a realidade e impondo aos trabalhadores um sofrimento perverso.
A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do trabalhador e trabalhadora de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental*, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.
A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com diversos paises desenvolvidos. A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do 'mal estar na globalização", onde predominará depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as políticas neoliberais.
A novidade reside na intensificação, gravidade, amplitude e banalização do fenômeno e na abordagem que tenta estabelecer o nexo-causal com a organização do trabalho e tratá-lo como não inerente ao trabalho. A reflexão e o debate sobre o tema são recentes no Brasil, tendo ganhado força após a divulgação da pesquisa brasileira realizada por Dra. Margarida Barreto. Tema da sua dissertação de Mestrado em Psicologia Social.
A primeira matéria sobre a pesquisa brasileira saiu na Folha de São Paulo, no dia 25 de novembro de 2000, na coluna de Mônica Bérgamo. Desde então o tema tem tido presença constante nos jornais, revistas, rádio e televisão em todo país. O assunto vem sendo discutido amplamente pela sociedade, em particular no movimento sindical e no âmbito do legislativo.Em agosto do mesmo ano, foi publicado no Brasil o livro de Marie France Hirigoyen "Harcèlement Moral: la violence perverse au quotidien". O livro foi traduzido pela Editora Bertrand Brasil, com o título Assédio moral: a violência perversa no cotidiano.
Atualmente existem mais de 80 projetos de lei em diferentes municípios do país. Vários projetos já foram aprovados e, entre eles, destacamos: São Paulo, Natal, Guarulhos, Iracemápolis, Bauru, Jaboticabal, Cascavel, Sidrolândia, Reserva do Iguaçu, Guararema, Campinas, entre outros. No âmbito estadual, o Rio de Janeiro, que, desde maio de 2002, condena esta prática. Existem projetos em tramitação nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Paraná, Bahia, entre outros. No âmbito federal, há propostas de alteração do Código Penal e outros projetos de lei.
O que é humilhação?
Conceito: É um sentimento de ser ofendido/a, menosprezado/a, rebaixado/a, inferiorizado/a, submetido/a, vexado/a, constrangido/a e ultrajado/a pelo outro/a. É sentir-se um ninguém, sem valor, inútil. Magoado/a, revoltado/a, perturbado/a, mortificado/a, traído/a, envergonhado/a, indignado/a e com raiva. A humilhação causa dor, tristeza e sofrimento.
E o que é assédio moral no trabalho?
É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.
Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associados ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, frequentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o 'pacto da tolerância e do silêncio' no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, 'perdendo' sua autoestima.
O desabrochar do individualismo reafirma o perfil do 'novo' trabalhador: 'autônomo, flexível', capaz, competitivo, criativo, agressivo, qualificado e empregável. Estas habilidades o qualificam para a demanda do mercado que procura a excelência e saúde perfeita. Estar 'apto' significa responsabilizar os trabalhadores pela formação/qualificação e culpabilizá-los pelo desemprego, aumento da pobreza urbana e miséria, desfocando a realidade e impondo aos trabalhadores um sofrimento perverso.
A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do trabalhador e trabalhadora de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental*, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.
A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com diversos paises desenvolvidos. A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do 'mal estar na globalização", onde predominará depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as políticas neoliberais.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
O QUE É ÉTICA NO TRABALHO: GUIA RÁPIDO COM 10 MANDAMENTOS ESSENCIAIS
Ética é um conjunto de regras relacionadas aos valores e
conceitos morais de um indivíduo ou grupo social. A ética está diretamente
conectada aos princípios que disciplinam, orientam ou mesmo distorcem o
comportamento humano.
Ética no trabalho é algo profundamente necessário para um
ambiente saudável. Mesmo quando não há um Código de Ética formalmente definido
para a sua empresa ou profissão, em geral há um conjunto de aspectos que são
considerados "bom senso" (mas deixam espaço para interpretações
variadas) em uma tentativa de delimitar o que é o "comportamento ético",
incluindo os que representam integridade e comprometimento e separando os que
ferem os princípios e assim são inaceitáveis (e assim considerados antiéticos
no âmbito pessoal ou do grupo).
Um código de ética definido formalmente é positivo porque
remove dúvidas que possam surgir por divergências de opinião de cunho moral ou
valorativo, já que as definições do "bom senso" nem sempre são
compartilhadas. Um exemplo é o código de Ética do Secretário Executivo,
definido pelo Conselho Federal de Administração e ao qual me obrigo quando
exerço minha profissão.
Mas nem toda profissão ou empresa conta com este luxo,
portanto segue uma pequena lista de 10 itens que podem ajudar a pautar a
confecção do seu código de ética pessoal ou mesmo as discussões a respeito no
seu grupo de trabalho.
Eles usam conceitos abertos (como "honestidade") e
são baseados na observação de comportamentos identificados como éticos, mas
naturalmente exprimem um determinado conjunto de valores, portanto interprete-o
e adapte-o à sua realidade!
E lembre-se sempre: embora o comportamento ético não vá
constar no seu currículo, ele será reconhecido e associado à sua personalidade
e identidade profissional, e o oposto também é verdadeiro. Seja reconhecido
como um profissional ético, e você sempre levará consigo esta poderosa
referência!
Código de Ética no trabalho: 10 mandamentos essenciais
1. Seja honesto, honrado e digno em qualquer situação;
2. Nunca faça algo que você não possa assumir perante sua
equipe, seus superiores, seus subordinados ou o público;
3. Seja humilde, tolerante, flexível e disposto a ouvir
críticas e sugestões;
4. Críticas e repreensões devem ser feitos primeiro à pessoa
a quem se referem, cara a cara. Se houver o dever de levá-los a mais alguém,
que não seja pelas costas;
5. A privacidade do colega, do cliente e de todos os demais
é inviolável. Independentemente de questões de propriedade corporativa, mexer
na mesa, gaveta, informações ou documentos alheios exige autorização (de norma
ou da pessoa envolvida) em qualquer circunstância;
6. Em ações e discussões internas, assuma sempre seus
valores e princípios e as consequências dos atos a que eles conduzirem, mesmo
que isso signifique ficar contra a maioria – mas jamais procure obstruir o
direito de expressão e voto no posicionamento alheio;
7. Fique longe de fofocas e comentários maldosos, mesmo que
pareçam fazer parte da cultura do grupo. Muitas vezes, o simples fato de dar
ouvido a elas pode ser suficiente para identificá-lo com o rótulo de
fofoqueiro;
8. A relação hierárquica e de equipe não deve considerar
amizades nem antipatias. O subordinado amigo deve ao seu chefe o mesmo
tratamento que os demais, e o chefe amigo precisa cuidar para jamais
privilegiar o subordinado que lhe é próximo. Da mesma forma, antipatias
pessoais não têm espaço no ambiente profissional. Reserve-as para seu íntimo e
procure oportunidades para superá-la. No trabalho, trate o colega com o
respeito comum, mantenha distância se possível, e não comente com outros a
antipatia que sente;
9. Sempre dê crédito a quem merece, sem jamais aceitar
elogios ou recompensas pelo mérito alheio;
10. Ao errar, reconheça, sem exageros. A atitude esperada é
"não foi um erro intencional, vou providenciar para que não ocorra de novo
e vou remediar o acontecido";
O fato essencial é que ser ético significa, muitas
vezes, renunciar a oportunidades de obter dinheiro, status e benefícios. Se os
seus princípios e valores estiverem ajustados, a decisão ética será sempre a
correta, mas a existência de um Código de Ética aceito por todos do grupo pode
reduzir os conflitos e facilitar a resolução dos casos em que houver dúvida;
domingo, 15 de dezembro de 2013
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
MARKETING PESSOAL: VOCÊ É O SEU MELHOR PRODUTO
Estar bem preparado e bem estruturado mais facilmente poderá
passar à frente de outros elementos concorrentes da área profissional a que
pretende propor. Descubra o ponto mais marcante da sua personalidade, sua
maneira de se comunicar, sua alegria, seu bom senso, etc. Foque a ”divulgação”
deste seu ponto marcante, ele será pra você o que uma marca é para uma empresa.
Com o tempo, a sua ”marca pessoal” ficará conhecida e desejada por este e por
outros atributos que o tempo vai mostrar.
Quando se fala em produto, normalmente se pensa em uma
embalagem preferencialmente bonita, atrativa e com conteúdo. Porém, se esta
embalagem vier vazia, deixa de ser um produto e passa a ser apenas uma
embalagem. E é exatamente ai que entra o marketing pessoal. Você é um produto,
por mais difícil que seja se imaginar como algo a ser utilizado por outros, os
grandes profissionais nada mais são do que produtos que foram minuciosamente
desenvolvidos para atender ao mercado.
Sabemos então que, o profissional sendo um produto, não
basta apenas ter uma aparência agradável e atrativa. Ele precisa ter conteúdo para
ser um produto desejado pelo mercado e isso, caros leitores, requer muito
trabalho, dedicação, persistência e evidentemente uma lapidada. Esta lapidada é
feita através do plano de marketing pessoal.
Muitas pessoas sentem certo receio na utilização do marketing
pessoal, por acreditarem que se trata de um culto ao ego ou a vaidade pessoal,
mas na verdade o marketing pessoal em um mercado cada vez mais competitivo e
com profissionais cada vez mais capacitados, se tornou uma necessidade
profissional. Não devemos aqui, confundir humildade com anonimato, com um
produto bom e de alta qualidade o profissional deve estar na vitrine e é
possível ser reconhecido como pessoa e profissional sem se perder a humildade.
Um plano de marketing pessoal é algo fácil de
ser implantado, na realidade, trata-se de um conjunto de mudanças de atitudes,
de ações e ferramentas que, se utilizados em conjunto, ajudam a promover uma
vida de sucesso de acordo com os seus padrões de felicidade. Não espere pela
altura certa ou pelas circunstâncias adequadas, comece já
hoje a delinear o seu plano de marketing pessoal.
Com base nas dicas a seguir, comece hoje mesmo a criar seu
plano de marketing pessoal:
O todo vale mais que a soma das partes
Um plano de marketing é como um cocktail, fácil de elaborar,
e os seus ingredientes juntos dão um resultado bem mais apreciado como um todo.
Lembre-se que seu marketing pessoal tem o poder de transformar seu talento em
oportunidades. Um gênio sem marketing pessoal é um gênio desconhecido.
O impacto na vida social e profissional
Ter um plano estratégico de promoção pessoal é uma forma
eficaz de aumentar a probabilidade de obter melhores resultados nos seus
objetivos e realizações, sejam elas pessoais ou profissionais. Se você está
começando uma carreira ou uma nova etapa, demonstre toda a sua disposição para
aprender com todas as pessoas e situações. Deixe sempre bem claro o quanto é
importante para você aprender com as pessoas e com a empresa.
Sua marca
Estar bem preparado e bem estruturado mais facilmente poderá
passar à frente de outros elementos concorrentes da área profissional a que
pretende propor. Descubra o ponto mais marcante da sua personalidade, sua
maneira de se comunicar, sua alegria, seu bom senso, etc. Foque a ”divulgação”
deste seu ponto marcante, ele será pra você o que uma marca é para uma empresa.
Com o tempo, a sua ”marca pessoal” ficará conhecida e desejada por este e
por outros atributos que o tempo vai mostrar.
Preparado para os desafios
Mostre o seu lado ”solucionador de problemas”. Sempre
que surgir uma dificuldade ou um problema dentro da equipe a que você pertence,
pergunte-se: ”o que eu posso fazer por isso?”. Sempre que você ajudar a
resolver um problema você estará inserindo sua marca pessoal na lembrança das
pessoas.
Estar preparado para as oportunidades
O marketing pessoal cria novas oportunidades pessoais, e
novas oportunidades de negócios, geralmente, significam mais dinheiro. Então,
tudo depende apenas de si. Entregue sempre um resultado superior ao esperado.
Dedique-se a superar as expectativas das pessoas. Sempre que algo lhe for
solicitado pergunte-se: ”Qual é a melhor maneira pela qual eu posso realizar o
que me foi pedido?”, ”’Eu posso superar as expectativas com respeito ao meu
desempenho e o cumprimento da tarefa?” Realize com qualidade ampliada, procure
sempre olhar além da solicitação.
A criação de relações
Um plano de organização pessoal e marketing implica a
conquista de novos ciclos de amizade, o que a curto ou longo prazo irá ser uma
mais valia na sua vida pessoal e profissional. Todas estas questões podem criar
uma nova perspectiva de prazer, satisfação e realização. Construa vários
networks. Dedique-se a formar diferentes redes de relacionamentos dentro e fora
da empresa. Através dos relacionamentos conhecemos e somos conhecidos,
reconhecemos e somos reconhecidos e, principalmente, compartilhamos interesses
comuns. Identifique quais são as áreas de interesse que aproximam você de
outras pessoas: música, literatura, cinema, hobbies, esportes, competência
técnica, etc. Aproxime-se das pessoas, construa relacionamentos de longo prazo.
Estabelecendo a ética
Cultive sua ética e sua honestidade de forma inabalável. A
vida testa você! Caminhos não éticos são atalhos que conduzem a abismos! Uma
atitude não ética acaba com o seu maior patrimônio: sua integridade. Quando a
falta de ética passa a fazer parte da marca pessoal de alguém, esta pessoa
somente será usada por outras igualmente não éticas até o momento em que for
conveniente abandoná-la e deixá-la pagar a ”conta”. Não ceda!
A conquista dos sonhos “impossíveis”
Para além da realização como pessoa e como profissional,
poderá estar a caminho e bem perto da realização dos seus sonhos pessoais, dos
seus sonhos de viagens e de muitos outros sonhos, até então impossíveis,
poderão ser conquistados através do sucesso obtido com o marketing pessoal.
Agregando valor
Como dito no início desta postagem, uma embalagem vazia é
apenas uma embalagem, por essa razão você deve agregar valor ao seu produto,
procure estar atualizado com relação a sua área profissional, com relação a sua
empresa, busque informações. Esteja permanentemente em desenvolvimento, procure
uma MBA, cursos de extensão, pós-graduação, busque conhecimento. Estamos
vivendo na era do conhecimento e este é o maior valor agradado a qualquer
profissional.
Realização como um todo
A realização profissional é um elemento fundamental na
realização como pessoa, quando conquistada promove uma sensação fantástica de
poder e satisfação. É como subir mais alto na montanha da realização e
conquistar um lugar de sucesso. Inicie agora o seu processo de Marketing
pessoal e seja a chave do seu sucesso.
Seja bem vindo, ao primeiro dia de sua nova vida, uma vida
que será marcada pelo sucesso, pela inspiração e pela dedicação. Não conheço
ninguém que seja bem sucedido e que tenha chegado ao topo sozinho e sem
dedicação. Por essa razão eu recomendo... Dedique-se a si mesmo e ao outros,
vale apena!
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
EQUILÍBRIO ENTRE VIDA PROFISSIONAL E PESSOAL É IMPORTANTE PARA SUA CARREIRA
Atingir um balanço entre trabalho e vida social é o novo
ideal para profissionais, porque uma vida sem equilíbrio resulta em stress e fatiga
perda de controle e até mesmo relacionamentos tensos. Você pode se sentir
exausto e ressentido, e parece haver muito para se fazer, mas tão pouco tempo
para terminar todas as atividades da sua lista de tarefas.
Por que um equilíbrio entre vida pessoal e profissional é
importante
Organizações precisam entender que o conceito de equilíbrio
não é simplesmente uma declaração de missão no folheto corporativo. Pode ser
que haja a necessidade de reestruturar os processos de trabalho para acomodar
as demandas pessoais e profissionais. Como um funcionário, você precisa
entender o impacto que a falta de equilíbrio no seu estilo de vida pode ter em
sua desenvoltura na carreira.
Aprenda a dar prioridades
Ao invés de tentar fazer tudo ao mesmo tempo e ficar pulando
de uma atividade para a outra, aprenda a dar prioridades e trabalhe nas atividades
mais importantes primeiro, dividindo o restante do trabalho em uma “timeline” que
você consiga gerenciar. Comece tirando todo o tempo de férias que você tiver.
Tirar seu período de descanso ajuda muito a recarregar suas energias e, então,
você estará preparado para maiores desafios no trabalho.
Saia para o almoço
O horário de almoço é a oportunidade perfeita de obter uma
pausa do trabalho, mas muitas pessoas acabam trabalhando durante esse período.
Quando você faz isso, você também perde a chance de socializar e de relaxar.
Quanto mais você se sentir pressionado pela falta de tempo e pela quantidade de
trabalho, mais você precisa se afastar de sua mesa e desfrutar da companhia dos
seus amigos e contatos profissionais. Talvez seja difícil fazer isso no início,
no entanto, logo você vai sentir os benefícios.
Organize seu tempo
Há alguns dias em que você precisa trabalhar até mais tarde
ou que te pedem para fazer horas extras, mas tente não fazer disso um hábito
simplesmente pelo fato de ficar até mais tarde no trabalho. Não sinta que não
será levado a sério se você sair no seu horário. Se você se organizar e for
eficiente e produtivo durante as horas trabalhadas, provavelmente você não
precisará fazer horas extras.
Lembre-se que se for necessário trabalhar fora do horário,
isso deve ser para adicionar valor e dar satisfação ao terminar um serviço e
não simplesmente para mostrar presença. Tente sempre dar prioridades para suas
atividades, assim você não precisa fazê-las com pressa antes de sair.
Mantendo o equilíbrio
Talvez não seja fácil atingir o equilíbrio entre vida
pessoal e profissional nesses dias em que as pessoas têm sido cobradas de
trabalhar rápido para lidar com uma carga de trabalho cada vez maior. No
entanto, não desanime, siga esses passos que podem te ajudar a manter sua vida
no caminho certo.
Um número crescente de empregadores tem reconhecido que um
estilo de vida desequilibrado pode afetar a satisfação, a produtividade e a
desenvoltura de seus funcionários, e isso não é um bom resultado para ninguém.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
A IMPORTÂNCIA DO LÍDER NA SOLUÇÃO DE CONFLITO
No ambiente empresarial a origem dos conflitos no trabalho
em equipe surgem de três situações básicas: opiniões e ideias diferentes sobre
um mesmo assunto, maneiras diferentes de lidar com determinadas tarefas e
soluções diferentes para um mesmo problema.
Isso acontece porque aprendemos que diferente é igual a
errado, o que é uma filosofia de vida baseada no ganhar e perder, quando
deveríamos entender que, de fato, diferente não é mesmo que errado. Diferenças
não são nem certas nem erradas, são simplesmente diferentes.
É em função disso que, hoje em dia, saber lidar e resolver
os conflitos no ambiente de trabalho é característica fundamental de quem
lidera, pois é nesse momento que entra a atuação do líder para concretizar esse
conceito. Podemos trabalhar juntos num clima de compreensão, aceitação e
respeito recíprocos onde todos ganham e crescem pessoal e profissionalmente.
É preciso trabalhar sempre junto com a equipe ouvindo
opiniões, recebendo sugestões e decidir em conjunto o melhor caminho para que a
empresa e todos seus colaboradores continuem ganhando. É importante transformar
os laços existentes entre as pessoas e empresas em uma ponte para que as
mudanças ocorram. É exatamente dos conflitos que nascem grandes oportunidades
de crescimento mútuo. O próprio líder pode reconhecer a existência de novos
caminhos durante este processo.
Uma administração de conflitos assertiva sempre está na
busca de soluções e não de culpados. Para ter sucesso na condução de uma equipe
o líder precisa ter: clareza na conduta, domínio da natureza humana, habilidade
de comunicação, domínio de técnicas de gestão e finalmente responsabilidade
pela educação e desenvolvimento dos seus colaboradores.
Para isso o líder deve utilizar do conceito do SER:
Sensibilizar, Educar e Realizar. Esse conceito deve ser praticado o tempo todo
pelo líder, enquanto estiver no comando de uma equipe de trabalho.
O líder eficiente enxerga no conflito sua verdadeira
essência, que são as oportunidades de mudanças e saber direcionar essa energia
sempre para o melhor.
Autor: Alessandro Natal
Fonte: A importância do líder na solução de conflitos | Portal Carreira & Sucesso
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
RECONSTRUÇÃO DO “EU” - DESENVOLVENDO A INTELIGÊNCIA INTERPESSOAL
No dia-a-dia, muitas vezes nos deparamos com situações inaceitáveis, mas será
que alguma vez já paramos para pensar o que gerou tal situação? Costumo dizer
que compramos nossos problemas e pagamos caro por eles! Pois bem, essa máxima
eu aprendi em convivendo com a milenar filosofia oriental, mas infelizmente ela
ainda é uma verdade nos dias atuais, e o relacionamento interpessoal é o grande
X de quase todas as questões.
Relacionamento implica em conviver, dividir, compartilhar espaços, situações,
opiniões, tarefas, enfim, relacionar-se é viver em comunidade, e esta arte pode
ter meandros profundos. Sendo assim, para entender um pouco mais a respeito do
relacionamento, devemos começar conhecendo o conceito de inteligência
interpessoal, que é objetivamente, a capacidade de compreender e reagir de
maneira correta, diante das várias situações que permeiam nossos
relacionamentos cotidianos.
Ideias, desejos, ansiedades, temperamentos, interesses, tudo
isso altera e influi diretamente em nossa conduta, e todo o ser humano possui
esses sentimentos, não podemos fugir! O que nos propõe o conceito da
inteligência interpessoal é que, precisamos sim, estudar de que forma poderemos
sem culpa, continuar sendo emocionais e ao mesmo tempo racionais.
Relacionar-se utilizando os princípios da inteligência interpessoal, é um
exercício diário de reconstrução do “EU”, sim reconstrução! Pois somos educados
para reagir, responder de imediato, sem pensar, analisar ou compreender o que
uma situação realmente significa dentro do contexto em que ela acontece.
Desenvolver a capacidade de relacionamento facilita o processo de crescimento
profissional e pessoal, dando forma a hábitos e atitudes que nos direcionam
para uma visão mais humanista e holística de nossa presença neste mundo, seja
profissional ou pessoal.
Um ser humano que se pré-dispõe a trabalhar e reconstruir-se dentro dos
conceitos e princípios da inteligência interpessoal, torna-se mais empático,
desenvolve atitudes de liderança e colabora para um ambiente laboral saudável e
propenso a ideias, no qual será sempre valorizada a pessoa com todos os seus
erros e acertos, sendo direcionada continuamente ao crescimento.
Perceber e analisar nossos valores, interesses, ideias e temperamentos, nos
ensina a entender melhor o próximo, pois veremos que somos todos muito mais
parecidos do que imaginamos ser.
Relacionar, interagir, colaborar, entender e responder adequadamente aos
desejos, motivações, temperamentos e humores dos que nos cercam, faz parte dos
fundamentos da inteligência interpessoal. Desta forma, valorizando e aplicando
estes fatores, conseguiremos desenvolver a habilidade de perceber as intenções,
distinguir necessidades, descobrir os desejos e anseios das outras pessoas, e
poderemos reagir de forma empática, compreendendo os sentimentos do outro,
construindo assim um dos pilares da liderança e da capacidade de conviver e
interagir com sucesso na vida profissional e pessoal.
Um ser humano que desenvolve os princípios da inteligência interpessoal,
torna-se comprometido com o universo em que vive, tornando-se uma pessoa
respeitada por todos sem exceções, pois adquire consciência das quatro
dimensões básicas: emocional, espiritual (que não tem nada a ver com religião),
social e racional. Desta forma, é construído um ser humano completo, empático,
accessível, afável, compreensível e servidor.
A raiz da maioria dos problemas no mundo dos negócios está nas relações
interpessoais, desenvolva os princípios da inteligência interpessoal e construa
um mundo melhor para você e para todos com quem se relaciona, pois, de nada
adiantará possuirmos as melhores ferramentas se não tivermos desenvolvido
habilidades para utilizá-las corretamente.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Sou funcionário público municipal há 9 anos, no decorrer
desse tempo pude acompanhar a falta de capacidade técnica que vários setores
possuem, o maior déficit esta na mão de obra especializada. Tudo começa assim
que o novo prefeito assume, pois juntamente com o mandato, o eleito estrutura
sua equipe de trabalho, e essa equipe deve ser eficaz e eficiente. Sem os
profissionais especializados, essa estruturação se torna quase impossível.
Somente um especialista pode entender e tornar operacional o arranjo de leis,
trâmites, posturas e outros itens, necessários para que os setores públicos e
privados entrem em sintonia e possam, não apenas sobreviver, como também
progredir em parceria, gerando sinergia suficiente para o alcance dos objetivos
de prestar um bom serviço ao destinatário de nossos esforços, a população em
geral.
É preciso haver uma mobilização dos agentes públicos e suas
corporações, sociedade, comunidade acadêmica e atores políticos para a
problemática das atuais dificuldades e possibilidades de atuação do Município.
É muito importante focalizar com clareza o cerne da questão, capacitação do
funcionário público e a definição das responsabilidades do Município e das
formas de atuação da burocracia, formulação, implementação, avaliação e
controle das políticas públicas, visando a construção em processo dinâmico, de um
modelo de governança democrática aberto à participação dos atores sociais no
processo decisório. Ou seja, aproximar comunidades epistêmicas e grupos de
interesse com vistas ao estabelecimento de referenciais comuns que possam
contribuir para uma agenda de reforma e aperfeiçoamento da administração
pública.
A valorização do capital intelectual é uma oportunidade que
o governo deveria conceder aos agentes públicos, com o propósito de reunir
experiências, habilidades, promover discussão que visa melhorar o sistema
público de gestão,debatendo novas idéias e o incentivo acadêmico na própria
administração pública. Porém, para que isso ocorra com resultados concretos, a
cúpula administrativa pública necessita de profissionais especializados,
profissionais que além de desempenharem suas funções, também se preocupam em
tornar possível uma administração mais clara e absoluta. O que vimos são
médicos, engenheiros, dentistas, advogados, ou seja, cada especialista em sua
função, e com necessidade de ser amparados por especialistas em administração.
Hoje entre 4 e 4 anos, sempre um novo político é eleito, ele
leva sobre si a vontade do povo. Porém, as credenciais que levam os candidatos
ao cargo público não estão relacionados com sua especialização para
administração pública, muitos não possuem experiência na nova atuação, mas sim
com sua identificação com o povo que o elegeu. Sem especialistas em gestão,
esse mesmo político que foi exaltado por seus eleitores, correrá o risco de ser
lembrado como voto errado, sendo um mau administrador ou desconhecedor dos
critérios da administração pública e não terá chances em eleições futuras.
Uma pessoa bem intencionada apenas não fará a diferença,
principalmente no setor público, mas, com a boa montagem de uma equipe de
trabalho especializada, com profissionais capacitados, as chances de se atender
as carências da população são maiores.
Por: RENATO LEONARDO FERREIRA RABELLO
domingo, 8 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
TRABALHANDO O CONCEITO DE ESTADO PARA MARX, DURKHEIM E WEBER
Neste trabalho, irei me ater de forma bastante objetiva às
teorias políticas dos seguintes autores: Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber.
Procurarei estabelecer as diferenças teóricas concernente a concepção de Estado
entre ambos os autores, assim como, estabelecer as influências conceituais no
que se refere à concepção moderna de Estado.
A concepção de Estado para Karl Marx surge a partir da
propriedade privada e da divisão social do trabalho. O Estado para ele, criaria
as condições necessárias para o desenvolvimento das relações capitalistas. O
Estado moderno funcionaria como um comitê executivo das classes dominantes, a
chamada burguesia.
Já para Émile Durkheim, a concepção de Estado estaria
preocupada com a coesão social. O Estado deveria estar acima das organizações
comunitárias. O Estado cumpriria uma função moral sem fins conceituais ou
religiosos, à exemplo disso, teríamos a Educação Pública. E a intermediação
entre governantes e os governados deveria ser feita por canais como jornais de
imprensa livre.
Max Weber teve como objeto de pesquisa ou inspiração teórica
a análise da estrutura política alemã. A concepção de Estado para Weber estaria
relacionada ao controle do poder estatal por uma burocracia militar e civil.
Para Weber o Estado é: "Uma relação de homens dominando homens, mediante
violência considerada legítima". Para Weber há 3 formas de ação social:
Tradicional, a Carismática e a Legal.
Não há dúvida que estes três autores contribuíram
significativamente para a constituição do Estado moderno. Podemos constatar que
a institucionalização do Estado se funda em características básicas do homem
enquanto indivíduo fazendo dele um membro efetivo da comunidade.
O Estado moderno representa a conjugação de resultados de um
processo de desenvolvimento político ao longo dos séculos. Podemos citar três
grandes transformações referentes à concepção de Estado, são elas:
O Estado feudal ou estamental, predominante nos séculos XV e
XVI. A segunda fase seria marcada pelo Estado Absolutista, cuja concentração de
poderes em torno de um monarca seria sua característica principal predominando
nos séculos XVII e XVIII.
E a terceira grande fase deste processo contínuo de transformação
seria a constituição dos Estados liberais, cuja representação política ganha
força, o voto passa a ser considerado essencial para a manutenção deste novo
modelo de organização, fixação dos direitos dos homens e dos cidadãos
(Revolução Francesa) e a divisão de poderes (Executivo, Legislativo e
Judiciário) marcaria o surgimento das Repúblicas democráticas atuais.
É importante destacar a contribuição teórica de Karl Marx,
ao denunciar este novo modelo político que emergia como um sistema político que
privilegiaria os interesses da burguesia em detrimento da classe trabalhadora,
contribuindo assim, para a construção teórica de Estados Comunistas,
contrapondo-se ao modelo teórico liberal de John Locke e Adam Smith, dentro
outros, ao defenderem valores liberais que estruturariam a nova ordem política
e econômica mundial, como o individualismo, a família e a propriedade privada.
Podemos perceber uma hegemonia das Repúblicas Democráticas
liberais, no entanto, constatamos a existência de Estados Socialistas como, a
China, Cuba, Coreia do Norte, e até recentemente a ex U.R.S.S.
Por fim, não há como não reconhecer a contribuição dada por
autores como: Durkheim, Weber e Marx, além de outros como, Thomas Hobbes,
Rousseau, Locke, Maquiavel, Montesquieu. Todos estes filósofos participaram de
alguma forma (materialização da Ciência Política) na constituição dos Estados
Modernos, sejam eles capitalistas ou socialistas.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
LIDAR COM PESSOAS É O MAIOR DESAFIO DE GESTÃO
Imagine uma equipe formada por diversas pessoas que
desempenham uma mesma função. Apesar disso, o temperamento, a formação e o
jeito de ser de cada um desses profissionais é muito diferente. A premissa é
óbvia, mas lidar com uma situação dessas não é nada fácil. Um gestor menos
preparado pode enfrentar problemas – tentando nivelar todos os funcionários a
um mesmo padrão e, com isso, deixando de extrair o que há de diferenciado em
cada um deles.
Segundo Víctor Martinez, CEO da Thomas Brasil, empresa
especializada em gestão de pessoas, quem não recebeu treinamento para ser líder
tende a se comportar como um gestor que ele mesmo gostaria de ter. “E isso não
funciona porque, justamente, as pessoas são diferentes. Ele pode pensar que ser
complacente e um pouco mais brando na hora de cobrar resultados é uma medida
inteligente, mas, para seu subordinado, isso pode mostrar que ele não é um bom
líder”, exemplifica.
Sem preparo
Martinez diz ainda que um fenômeno muito prejudicial na
carreira é as pessoas acharem que determinado funcionário será um bom líder
porque ficou velho ou porque faz bem alguma coisa. “Não se aprende a ser chefe
porque se realiza bem determinada tarefa. A liderança requer também uma parte
teórica e técnica. Por exemplo, para fazer um bom churrasco, não basta uma boa
carne. É preciso saber a quantidade de sal, a altura do fogo e o tempo de
cozimento”, compara.
Uma pesquisa da consultoria americana Career Builder aponta
que 1 em 4 gerentes admitiu não estar preparado para ser líder quando assumiu a
supervisão de outras pessoas. Entre as maiores dificuldades em lidar com a
equipe estão as questões de relacionamento entre os funcionários (25%); a
motivação (22%); a avaliação de desempenho (15%); a dificuldade em conseguir
recursos para dar suporte à equipe (15%); e a criação de um plano de carreira
para o time (12%). Entre as maiores dificuldades em lidar com a equipe estão as
questões de relacionamento entre os funcionários (25%) e a motivação (22%),
aponta pesquisa
Avaliação
Antes de o profissional assumir o desafio de ser líder,
Martinez recomenda que ele faça uma avaliação de autoconhecimento. “São
instrumentos que mostram quais são as suas características
comportamentais."
"Corre-se o grande risco de em promover uma pessoa
indevidamente: a empresa ganhar o seu pior gerente e perder o seu melhor
vendedor”, analisa Martinez. "Ao mesmo tempo, também não adianta ter um
líder muito preparado se a empresa não tiver uma política que incentive o
comprometimento profissional, como um plano de carreira e de desenvolvimento e
tenha um ambiente que estimule a criatividade e a inovação”, diz Alexandre
Prates, especialista em desenvolvimento humano, liderança e desempenho
organizacional.
Comprometimento
Para a advogada Maria Gabriela Moya Ganunny El Bayeh,
especialista em gestão, liderar é, antes de tudo, um ato de comprometimento e
coragem. “Em cada fase da carreira, há um aprendizado: no início, lidar com a
própria insegurança é o verdadeiro desafio; depois, é a experiência que conta;
e, mais para frente, há que se ter sensibilidade até para reavaliar as
experiências sem imaginar que já sabemos tudo”, afirma.
Gabriela conta que aprender a mandar não é difícil, mas
pressupõe que se tenha uma visão ampla do conjunto do trabalho. “Há ainda que
se dosar a fala e o comportamento para que os subordinados não achem que você
está pedindo um favor, nem, pelo contrário, dando uma bronca.”
Prates comenta que a dificuldade em lidar com pessoas é uma
reclamação de 100% dos gestores que buscam seu processo de coaching. “A queixa
é comum, especialmente em relação à geração Y, que é mais preocupada com a sua
própria carreira do que com a empresa.”
Competências
Prates diz que há dois tipos principais de cobranças dos
gestores de seus subordinados: as faltas de competência – que são erros por
falta de conhecimento ou habilidades e que são perdoáveis e possíveis de
ensinar – e as faltas de comportamento – que são a falta de comprometimento, o
profissional não se relaciona bem, não entrega as tarefas no prazo.
Para Gabriela, as últimas são as mais graves. “Contratamos
as pessoas por suas habilidades técnicas, mas as dispensamos por comportamento
inadequado. A verdadeira dificuldade não é lidar com a falta de conhecimento ou
preparo dos profissionais, mas sim com as atitudes humanas. Esse é o verdadeiro
desafio.”
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